Juliana Brasileiro foi ao centro médico no dia 11 de outubro

Thais Bueno Publicado em 28/10/2022, às 16h35
Uma mulher teve de ir ao hospital depois de ter muitas dores na região abdominal com o que achava ser uma cólica persistente, que não passava nem com a ajuda de remédios.
Juliana Brasileiro, de 25 anos de idade, chegou a ser diagnosticada com prisão de ventre e gases e iniciou tratamento em uma unidade de saúde do Rio de Janeiro; no entanto, quando se consultou com uma ginecologista, ela teve uma grande surpresa: estava em trabalho de parto.
Em entrevista ao UOL, a assistente administrativa conta que havia saído com o marido e amigos para ir ao cinema no sábado à noite, 9 de outubro, e que voltou para casa com muito mal-estar. Ela imaginou que fossem cólicas, por ter menstruado nos dias anteriores.
Dessa forma, ela resolveu se automedicar, mas nada resolveu - as dores voltaram.
"Começou a piorar de uma forma que eu não conseguia ficar em pé e nem sentada, nada. Eu tinha que ficar deitada, só que eu não conseguia achar uma posição confortável para ficar deitada na cama, nem no sofá. Eu só conseguia ficar deitada no chão".
O marido de Juliana, então, afirmou que ela deveria ir para uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA), com o objetivo de descobrir o que ela tinha. Os médicos a diagnosticaram com constipação e a trataram com laxantes.
Na terça-feira (11), a sogra falou que ela deveria ir ao ginecologista. Durante a consulta, Brasileiro relata que a médica a encaminhou para a maternidade.
"Minha médica fez o exame de toque e falou: 'minha filha, você está grávida, e muito grávida. Você já está até dando a luz. Vai para uma emergência agora'. Ela me deu um encaminhamento, tudo certinho".
Em vídeo no TikTok, ela comentou que o choque foi grande: "Comecei a chorar. Ainda bem que meu marido estava comigo. Na hora, a gente não tinha reação".
Ela também confirmou que guardou o encaminhamento da doutora, pois ninguém acreditava na história.
"E foi assim que Marina veio ao mundo, sem avisar, sem absolutamente nada preparado, mas com o propósito mais lindo. O destino se encarrega de tudo, e Deus sabe o que faz".
A assistente ressaltou que, embora já tivesse um filho (Martín, de 2 anos), não teve nenhum sintoma na segunda gestação.
"Tudo que vocês falarem de sintoma: 'Como não sentiu mexer? Como não sentiu não sei o quê lá?'. Não senti. E olha que já tive um filho antes. E o meu filho, meu amor, da hora que acordava até eu dormindo, ele se mexia. Mas, enfim, prova viva que essa menina é preguiçosa, que ela dorme mais do que ela pode".
O final da história, mesmo com toda a surpresa, é feliz.
"Ela [Marina] está cheia de saúde e dorme pra caraca. E tá tudo bem, apesar de tudo, apesar do susto".
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