A polícia percebeu as mudanças no depoimento e encontrou a solução do crime

Juliane Moreti Publicado em 07/12/2022, às 16h03
Na Zona Leste da capital do Amazonas, uma mulher foi levada para julgamento depois que assassinou o próprio ex-companheiro. Durante as investigações, ao ser pega, ela tentou 'fugir' da situação, enganando os policiais que estavam responsáveis pelo caso.
Identificada como Ingrid dos Santos, de 28 anos, a moça matou com facadas no peito Maurino Lima, de 42 anos. O caso aconteceu na madrugada desta terça-feira (6), por volta das três horas da manhã. Ele era ex-companheiro dela.
Durante uma coletiva de imprensa, o delegado Ricardo Cunha relatou o caso. Segundo o profissional, uma briga entre o ex-casal gerou uma luta corporal seguida de homicídio por parte da mulher. Mas, a agressora demorou para confessar sobre o crime.
''Durante a briga, Ingrid pegou uma faca e desferiu um golpe no peito e costas de Maurino, que não resistiu aos ferimentos e foi a óbito no local. A equipe notou inconsistências nas informações que ela repassou, e logo ela confessou que havia matado o ex-companheiro após uma briga'', citou.
A arma do crime foi encontrada pelos profissionais. A mulher foi levada a audiência de custódia, na qual as provas serão analisadas e ela ficará a disposição da decisão da justiça.
Leia também

Dom Rafael perde direitos dinásticos após anunciar casamento

Cratera aberta durante obra da Sabesp interdita três casas em Osasco

Caminhoneiros iniciam paralisação para pressionar Senado por votação da MP do Frete

Virgínia passa mal, faz teste de gravidez e revela resultado

Quase 900 cobras escapam de criadouro durante enchentes no sul da China

Fies: estudantes com parcelas em dia terão mais tempo para quitar financiamento

Cratera aberta durante obra da Sabesp interdita três casas em Osasco

Polícia investiga festa com fuzis em Vigário Geral e suspeita de presença de Peixão

Mulher é encontrada morta em estacionamento de UBS na Zona Sul de São Paulo

Apenas 5% das ações contra políticos no STF terminam em condenação