O presidente foi aplaudido na 112ª Conferência Mundial do Trabalho da OIT

Gabriela Thier Publicado em 13/06/2024, às 15h52
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi aplaudido na 112° Conferência Mundial do Trabalho da OIT (Organização Mundial do Trabalho) ao criticar as condições desiguais de trabalho em seu discurso, afirmando que a igualdade salarial ainda é “utopia”.
“A desigualdade de gênero, raça, orientação sexual e origem geográfica são agravantes deste cenário. Em todo o mundo as mulheres são um dos elos mais vulneráveis na cadeia do mundo do trabalho. A máxima ‘salário igual para trabalho igual’ ainda é uma utopia. Mais de 0,5 bilhão de mulheres em idade ativa estão fora da força de trabalho devido à divisão desigual das responsabilidades familiares e dos cuidados ", disse Lula.
O presidente também criticou a alta no número de empregos informais, alertando para a precarização do trabalho: “Não devemos nos iludir. A informalidade, a precarização e a pobreza são persistentes. O número de pessoas em empregos informais saltou aproximadamente de 1,7 bilhão para 2 bilhões neste ano. A renda do trabalho segue em queda para os menos escolarizados[...]. Quase 215 milhões, mais do que a população do Brasil, vivem em extrema pobreza mesmo estando empregados” explicou.

O fim da Ordem Mundial: 2026 e o retorno do "cada um por si"

PPI delimita funções da Eletrobras durante processo de privatização

STJ volta a negar liberdade a Deolane Bezerra em decisão sobre habeas corpus

STF abre prazo para PGR analisar investigação contra Flávio Bolsonaro por suposta calúnia contra Lula

Nova namorada de Manoel Gomes, o Caneta Azul, faz revelação sobre vida íntima do casal

PF revela que Daniel Vorcaro ofereceu R$ 1,5 milhão para tentar calar jornalista que investigava o Banco Master

Valdemar Costa Neto diz que Michelle não pretende participar da campanha de Flávio Bolsonaro

STJ volta a negar liberdade a Deolane Bezerra em decisão sobre habeas corpus

Brasil e EUA avançam em nova etapa de negociações para tentar barrar tarifas comerciais

Flávio Bolsonaro pede aos EUA suspensão de tarifaço e diz que medida pode fortalecer Lula