O caso aconteceu na manhã da última quinta-feira (26)

Thais Bueno Publicado em 26/05/2023, às 15h19
Na manhã da última quinta-feira (25), um caso triste de feminicídio foi registrado. Uma mulher, de 25 anos de idade, foi brutalmente morta com diversos tiros e facadas pelo próprio marido dentro da casa onde os dois moravam.
De acordo com informações da Polícia Militar, apuradas pelo G1, o caso aconteceu em Londrina, cidade localizada na região Norte do estado do Paraná (PR). O nome de nenhum dos envolvidos foi divulgado pela reportagem.
Ainda conforme explicado pelo veículo já mencionado acima, depois de ter cometido o assassinato, o criminoso fugiu e saiu correndo em direção à Penitenciária Estadual de Londrina (PEL). Foi justamente lá que ele teve seu castigo e foi morto por agentes.
Algumas câmeras de segurança filmaram o exato momento em que o suspeito chega em frente à penitenciária e faz uma ameaça contra os policiais. Momentos depois, o homem leva um tiro e cai no chão no portão da unidade 1.
O tenente Berardi, responsável pelo caso, falou para o G1 que, após ter matado a esposa, o agressor saiu correndo em direção aos policiais, que estavam fazendo parte de um evento, e começou a se automutilar com a faca. Os agentes, então, reagiram e atiraram contra as pernas do criminoso.
"Ele estava se ferindo, com a faca no próprio pescoço se machucando e partindo para cima dos policiais. Ele [suspeito] caiu no chão e não resistiu e morreu", explicou o profissional da Polícia Militar (PM).
Vale mencionar que, durante as investigações, a corporação descobriu que algumas testemunhas teriam escutado o casal tendo uma discussão acalorada momentos antes do agressor matá-la. Dessa forma, a PM foi chamada para apurar o caso.
Quando os militares chegaram na cena do crime, encontraram a mulher caída no chão com diversos machucados, causados por tiros e uma faca. O Serviço Móvel de Atendimento de Urgência (Samu) até chegou a ser chamado; porém, a mulher não resistiu aos ferimentos e faleceu ainda no local.
O caso segue sob investigação das autoridades responsáveis, que buscam mais detalhes sobre o crime de feminicídio e sobre a morte do bandido.
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