Pacientes apresentam quadro leve e estão sob monitoramento; autoridades reforçam que não há surto, mas mantêm vigilância ativa.

Ana Beatriz Publicado em 21/02/2026, às 13h52
A Prefeitura de Santos confirmou dois casos de Mpox no início de 2026, com os pacientes apresentando sintomas leves e sendo acompanhados pela vigilância em saúde, sem necessidade de internação grave.
Os casos em Santos ocorrem em um contexto de registros esporádicos em outras cidades de São Paulo e do Brasil, com autoridades sanitárias afirmando que não há surto generalizado, mas o monitoramento epidemiológico continua ativo.
O Ministério da Saúde está realizando acompanhamento contínuo e orientações para identificação e notificação de casos, enquanto recomendações de prevenção incluem higienização das mãos e evitar contato com pessoas com lesões suspeitas.
A Prefeitura de Santos confirmou dois casos de Mpox no início de 2026. Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, os pacientes apresentaram sintomas compatíveis com a doença, receberam atendimento médico e seguem sendo acompanhados pelas equipes de vigilância em saúde.
De acordo com a administração municipal, ambos os casos evoluem de forma considerada leve e não houve necessidade de internação grave. A orientação oficial é que pessoas com sintomas suspeitos procurem uma unidade de saúde para avaliação clínica e eventual realização de exames.
O cenário em Santos ocorre em meio a registros esporádicos em outras cidades do Estado de São Paulo e em diferentes regiões do país. Capitais como Salvador, na Bahia, e Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, também confirmaram casos neste ano. As autoridades sanitárias destacam que, até o momento, não há configuração de surto generalizado, mas o monitoramento epidemiológico segue ativo.
O Ministério da Saúde informou que mantém acompanhamento contínuo por meio das secretarias estaduais e municipais, com protocolos definidos no Sistema Único de Saúde para identificação, notificação e orientação dos pacientes.
O que é Mpox
A Mpox é uma infecção viral causada pelo vírus MPXV, pertencente ao mesmo grupo da antiga varíola humana. A transmissão ocorre principalmente por contato direto com lesões de pele, fluidos corporais ou secreções respiratórias de pessoas infectadas. Também pode acontecer por meio do compartilhamento de objetos contaminados, como roupas, toalhas e lençóis.
O período de incubação pode variar de alguns dias até três semanas. Entre os sintomas mais comuns estão febre, dor de cabeça, dores musculares, aumento dos gânglios linfáticos e surgimento de lesões cutâneas, que podem atingir rosto, tronco, membros e região genital.
Orientações e prevenção
As recomendações incluem higienização frequente das mãos com água e sabão ou álcool em gel, evitar contato próximo com pessoas que apresentem lesões suspeitas e não compartilhar objetos de uso pessoal.
Em caso de sintomas, a orientação é procurar atendimento médico e evitar contato com outras pessoas até avaliação profissional. O SUS mantém protocolos específicos para reduzir a transmissão e monitorar a evolução dos casos.
As autoridades reforçam que, embora os registros exijam atenção, o momento é de vigilância e prevenção, sem indicação de emergência sanitária.
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