Katiane Duarte disse que ficou com medo de acontecer algo com a bebe, caso não conseguisse respirar

Marina Roveda Publicado em 27/07/2022, às 11h53
Katiane Duarte (31), a gestantede 17 semanas que já é mãe, cantora e palestrante, fez um alerta em suas redes sociais que teve bastante repercussão. Ela contou na publicaçãoque, após sair de um repouso de uma semana, decidiu contar o susto que passou ao revelar o sexo do bebê.
Katiane conta que, no dia 12 de julho ela decidiu comprar um sinalizador de fumaça colorida para revelar o sexo do seu quarto filho. "Sai da clínica de ultrassom com um bilhetinho surpresa e aquela ansiedade no coração pra saber se era menino ou menina. Fui numa loja de artigos de festa, entreguei o bilhete para a vendedora e pedi algum produto de chá revelação. Trouxe pra casa a tal da fumacinha colorida", conta.
Na tarde daquele mesmo dia, ela reuniu sua família e fizeram a revelação: uma menina! A fumaça rosa era tão forte que a gestante precisou redirecionar o dispositivo para a janela do apartamento, mesmo fazendo isso, Katiane não escapou de ter uma reação alérgica a fumaça. "Tive uma reação alérgica muito forte alguns minutos depois: falta de ar, nariz e ouvido tamparam, senti a garganta fechando, o rosto começou inchar, e veio o medo e aquela sensação de desmaio… Eu corri para lavar o rosto, beber uma água, tomar um antialérgico e voltei pra sala para pedir pra minha amiga me levar para o médico. Nisso, eu já tinha perdido completamente a voz e meus pais e meus amigos não entenderam nada. Foi tão rápido", lembra.
Os 5 minutos até o hospitalpareciam uma eternidade para a gestante que não conseguia respirar. Ela lembra que recebeu adrenalina, um anti-histamínico nas duas coxas e um acesso com várias medicações. “Eu estava tremendo tanto que o acesso abriu e lavou tudo de sangue. Foram mais quatro horas na observação e, finalmente, aquele alívio de respirar pela boca. Somente no dia seguinte meus ouvidos e nariz 'desentupiram'”, relembra.
Katiane contou em entrevista à CRESCER que nunca tinha sofrido nenhum episódio de alergia, ela espera que seja a primeira e última vez que isso aconteça. "No momento em que comecei a sentir a garganta fechar após a brincadeira, me preocupei em agir! Fiquei com medo de acontecer algo com minha filha, caso eu ficasse sem respirar", admite. Segundo ela, a fumaça não tinha cheiro, a não ser do odor de queimado do pavil, que era leve. "A sensação que tive é que inalei pouco, porque assim que vimos a fumaça, corremos para o outro ambiente de casa", disse.
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