Além do casal Bolsonaro, a investigação também se estende ao ex-ajudante de ordens Mauro Cid

Vitória Tedeschi Publicado em 18/08/2023, às 10h40
Na noite da última quinta-feira (17), o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), concedeu a autorização para a quebra dos sigilos bancário e fiscal do ex-presidente Jair Bolsonaro e da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro.
A quebra foi pedida pela Polícia Federal (PF) após a operação da última sexta-feira (11), que apura um esquema de desvio e venda no exterior dos presentes à Presidência da República em missões oficiais - como os conjuntos de joias recebidos da Arábia Saudita.
Após a decisão, Bolsonaro garantiu a aliados que nem ele nem a ex-primeira-dama receberam depósitos em dinheiro vivo em suas contas bancárias oriundos da venda das joias. As informações são da coluna de Juliana Dal Piva, do UOL.
Além disso, ao saber da quebra do sigilo fiscal, Bolsonaro também disse a interlocutores que já havia decidido abrir seus sigilos e informado seus advogados da decisão e estava à disposição do STF.
Vale citar, que além do casal Bolsonaro, a investigação também se estende ao ex-ajudante de ordens Mauro Cid e ao general da reserva Mauro César Lourena Cid, que é pai de Mauro Cid.
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