Os médicos ficaram assustados com o estado em que a menina chegou no hospital

Juliane Moreti Publicado em 27/01/2023, às 17h13
Na noite desta quinta-feira (26), uma menina de 2 anos, não identificada, chegou sem vida na Unidade de Pronto Atendimento do Bairro Coronel Antônio, em Campo Grande. No desdobramento do caso, foram identificados sinais de agressão, além de estupros.
A polícia, de acordo com o portal G1, está investigando a suspeita de espancamento cometido pelo padrasto, além dos abusos, em conjunto com a mãe da menina, vendedora, de 24 anos. A criança aprensentou muitos hematomas no corpo, além de inchaço no ânus.
A genitora e o companheiro, principais suspeitos, foram presos em flagrante pelo homicídio qualificado por motivo fútil e estupro de vunerável.
Agora, devem passar pelas audiências de custódia, respondendo sobre o estado de saúde e morte da menina. Quando levada no hospital, a mãe não pareceu se preocupar com a forma que a criança estava.
A avó da menina, uma professora de 48 anos, disse que ela estava passando mal e vomitando desde a manhã do dia em que morreu. Apresentou uma melhora sob os cuidados da mãe, mas depois, piorou, quando a mulher decidiu levar a criança para a unidade, que chegou sem vida.
De acordo com informações do delegado do caso, Pedro Cunha, a criança tinha um longo registro de idas na Unidade de Saúde, contabilizados, mais de 30 vezes. Agora, a equipe policial está investigando o caso, juntando as informações também da equipe médica.
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