O vídeo do momento viralizou nas redes sociais e até causou a expulsão dos envolvidos pela Unisa

Juliane Moreti Publicado em 19/09/2023, às 15h38
Recentemente, vídeos considerados obcenos de alunos da Universidade Santo Amaro (Unisa), localizada em São Paulo, caíram nas redes sociais e gerou a expulsão dos envolvidos nesta última segunda-feira (18).
As imagens em questão mostram que os estudantes do curso de medicina estão com as calças abaixadas andando pelas quadras da faculdade, enquanto simulam atos de masturbação em público com suas partes íntimas.
O caso aconteceu durante uma comemoração de um campeonato de vôlei feminino, ou seja, os estudantes estavam participando da torcida no torneio que aconteceu em São Carlos, contra o Centro Universitário São Camilo.
O que acontece agora é que o caso é investigado inicialmente como crime de ato obsceno, com informou a Delegacia de Investigações Gerais (DIG), nesta terça-feira (19), de acordo com informações do portal G1.
João Fernando Baptista, delegado, comentou que o delito de ato obsceno está previsto no artigo 233 do Código Penal, carregando uma punição que pode variar de 3 meses a 1 ano.
Diante do acontecimento, o profissional irá até a capital paulista para identificar todos os estudantes envolvidos, colher mais detalhes e ouvir testemunhas, com o objetivo de descobrir se existiu qualquer toque ou abordagem naquele momento.
Caso seja comprovado que outras atitudes foram tomadas além das que estão registradas nas imagens, a acusação pode ser outra: importunação sexual ou até mesmo estupro. Vale ressaltar que a investigação está em fase inicial e mais detalhes serão apurados.
O delegado ainda comentou que a atitude dos estudantes também é um desrespeito contra a profissão, que inclui bem-estar e o envolvimento de vidas. ''Não é legal esse tipo de conduta por parte deles'', declarou.
Em nota, a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP) deixou claro que ''assim que tomou conhecimento dos fatos, iniciou diligêncais para apurar o ocorrido'', que ainda segue em suas etapas iniciais e pode, sim, se tornar mais complexo.
Nesta segunda-feira (18), em nota, a Unisa alegou que ''a Reitoria tomou conhecimento'' do acontecimento envolvendo os alunos do curso de Medicina, que ''executaram atos execráveis, ao se exporem seminus e simularem atos de cunho sexual''.
''A Instituição aplicou sua sanção mais severa em regimento, ainda nesta mesma segunda-feira (18), com a expulsão dos alunos identificados até o momento'', acrescenta a nota, ao comentar também que ''a Unisa levou o caso às autoridades públicas'' para as ''demais investigações e providências cabíveis''.
Anteriormente, a Atlética de Medicina da Unisa também se manifestou e disse que não tolera tais atos, mas, sim, incentiva todos os envolvidos em competiçõs ''a terem comportamentos pautados em princípios éticos e sociais em que prevaleçam o respeito, a inclusão e igualdade''.
Leia também

Nova namorada de Manoel Gomes, o Caneta Azul, faz revelação sobre vida íntima do casal

O lugar a que pertencemos

Desabamento de sobrado deixa uma pessoa morta e duas feridas no Cangaíba, Zona Leste de São Paulo

Linha 7-Rubi tem operação reduzida após problemas ferroviários e medidas de segurança em São Paulo

Brasil encerra preparação para enfrentar Escócia com Neymar disponível e dúvida no ataque

Ex-capitão da Alemanha é acusado de racismo após chamar estilo da Costa do Marfim de "selvagem"

Deputada Júlia Zanatta diz trabalhar "7x0" e afirma: "Você jamais aguentaria um dia na minha pele"

Passageira espanhola é presa por injúria racial após comentário racista no aeroporto de Guarulhos

Investigado pela PF, banco ligado a Edir Macedo multiplicou carteira de CDBs em mais de 1.100% em oito anos

Brasil encerra preparação para enfrentar Escócia com Neymar disponível e dúvida no ataque