Por Carla Zambelli

Redação Publicado em 01/11/2021, às 00h00 - Atualizado às 09h00
Por Carla Zambelli
O jogador Maurício Souza é a mais recente vítima da ditadura das minorais, do politicamente correto e da perversão da inocência infantil. A postagem dele não reflete nada além da indignação e preocupação que pais, mães e demais cidadãos brasileiros têm sentido a cada passo que se dá rumo à normalização da sexualização das crianças.
Não houve qualquer atentado à Democracia, nenhuma afronta aos homossexuais ou lésbicas. O que o atleta fez foi alertar a população a respeito do que está acontecendo. E a pressão financeira, midiática e da militância forçou a equipe onde atuava, o Minas Tênis Clube, a demiti-lo. E ainda, teve as portas fechadas da seleção brasileira, com a qual já conquistou sete títulos nos principais torneios internacionais.
Cada vez menos há liberdade, cada vez mais há opressão. Se antes era um ou outro apenas denunciando tais aberrações, hoje está escancarada a perseguição. Ao final das contas, Jair Bolsonaro tinha razão ao falar do kit gay, que hoje já alcança qualquer recém-nascido em um simples e “inocente” desenho animado exibido em uma TV ou na tela de um celular. Reitero meu total apoio ao excelente profissional Maurício Souza.
Não há nada de errado em propagarmos o respeito às escolhas e às diferenças. Isso é necessário. Contudo, mexer com as nossas crianças? Não. Ao final, isso só divide e desagrega a sociedade. Desemprega, humilha e prejudica quem cometeu o “abominável” direito de colocar em prática a sua liberdade de expressão.
Como a esquerda é incoerente: defende “mais escolas e menos presídios” para assassinos, pedófilos e estupradores, CONTUDO, quando identifica o que PODERIA ser um “caso de homofobia” (não é, mas suponhamos que fosse), defende então que o acusado seja demitido (tirando o direito de alimentar sua família, que nada tem a ver com isso) e, mais do que isso, preso.
Esta é a cultura do desencarceramento para bandidos e cadeia para seus oponentes, unicamente por expressarem suas opiniões.
A perseguição já passou dos limites. Infelizmente, o Supremo Tribunal Federal contribuiu para esse clima ao, em 2019, por 8 votos a 3, ceder às pressões do ativismo identitário e criar, sem previsão legal, o “crime de homofobia”. A mensagem que tal decisão inconstitucional passa é de que o ativismo identitário está acima da Constituição e dos direitos das demais pessoas.
É o momento de o Congresso Nacional zelar por sua competência frente aos demais poderes e revogar ou ao menos delimitar essa decisão da Suprema Corte, restringindo o conceito de “crime de homofobia” às incitações diretas de violência ou discriminação cometidas contra cidadãos LGBT, sem permitir que críticas ao ativismo identitário ou à propaganda sexual para crianças corram o risco de ser enquadradas criminalmente, nem que pessoas sejam perseguidas por opiniões legítimas.

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