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Santas Casas fazem protesto na Esplanada dos Ministérios

A Confederação das Santas Casas, Hospitais e Entidades Filantrópicas (CMB) fincou cerca de 1,8 mil cruzes na Esplanada dos Ministérios, em Brasília, em

Santas Casas fazem protesto na Esplanada dos Ministérios
Santas Casas fazem protesto na Esplanada dos Ministérios

Redação Publicado em 18/05/2022, às 00h00 - Atualizado às 20h11


Entidades pedem ajuda financeira a deputados e senadores

A Confederação das Santas Casas, Hospitais e Entidades Filantrópicas (CMB) fincou cerca de 1,8 mil cruzes na Esplanada dos Ministérios, em Brasília, em protesto contra as dificuldades pelas quais passam suas associadas. Segundo a entidade, o ato representa um pedido de socorro a deputados e senadores, em especial com relação à situação financeira “crítica”, que pode ser agravada caso não se encontre uma solução legislativa.Santas Casas fazem protesto na Esplanada dos MinistériosSantas Casas fazem protesto na Esplanada dos Ministérios

De acordo com a CMB, o ato simbólico representa os 1.824 hospitais filantrópicos brasileiros, para “expressar o mais profundo sentimento de todos aqueles que fazem a gestão destas instituições e travam a luta diária para manterem as portas abertas da assistência à saúde aos brasileiros”, por meio do Sistema Único de Saúde (SUS).

Segundo o presidente da entidade, Mirocles Véras, o setor vem sendo ignorado e a situação pode provocar a desassistência em várias regiões do país. “Os filantrópicos representam a maior rede hospitalar do SUS, mesmo acumulando décadas de subfinanciamento, assumindo dívidas para bancar uma conta que não é sua, mas do sistema, tudo para não deixar de assistir aos brasileiros”.

A CMB pede que seja viabilizada a alocação de recursos “na ordem de R$ 17,2 bilhões, anualmente, em caráter urgentíssimo, como única alternativa de assunção das obrigações trabalhistas decorrentes do Projeto de Lei nº  2564/2020 que institui o piso salarial nacional para enfermeiros, técnicos, auxiliares de enfermagem e parteiras, já aprovado, assim como para a imprescindível adequação ao equilíbrio econômico e financeiro no relacionamento com o SUS”.

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Agencia Brasil

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