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Política

Prefeitura de SP descumpre prazo para enterrar só 52 quilômetros de fios elétricos; capital tem rede de 17 mil quilômetros de cabos

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A Prefeitura de São Paulo não cumpriu o projeto de enterrar cerca de 52 quilômetros de fios elétricos expostos em postes na capital. As obras deveriam ter ficado prontas em 2018. No entanto, diversas ruas que já deveriam ter sido reformadas, como a Rua Haddock Lobo e a Alameda Santos, ainda têm emaranhados de fios nos postes.

Há cinco anos, o então prefeito da capital, João Doria (PSDB), lançou um projeto para enterrar os fios da rede elétrica e dos serviços de telefonia e TV à cabo. A promessa era a de que a prefeitura, a Enel e as empresas de telecomunicação enterrariam 52 quilômetros de fios e tirar do caminho mais de 2 mil postes.

Em nota, a prefeitura informou que o projeto foi dividido em 13 áreas, das quais quatro foram finalizadas ou estão em fase final. Na região central, das 117 vias previstas no programa, até o momento, 14 foram concluídas.

Já o Ministério Público disse que desde 2019 investiga fios e cabos aéreos em situação irregular e que já cobrou informações do secretário municipal de obras e serviços sobre a execução do cronograma de enterramento, mas não obteve resposta.

Projeto de aterramento

 

O programa “Cidade Linda Redes Aéreas”, era uma parceria da prefeitura com a AES Eletropaulo – que hoje é a Enel – e a Associação Brasileira das Prestadoras de Serviços de Telecomunicações Competitivas (TelComp).

A primeira fase do projeto incluía 52 quilômetros de ruas e avenidas do centro. Depois, as obras chegariam à vila olímpia e à região do mercado municipal.

Em 2019, a TV Globo mostrou que os postes e os cabos continuavam nas ruas, e o Ministério Público cobrou um novo cronograma das empresas de telecomunicações.

“A ideia é que em 6 meses retirem esses fios dos 52 km, sob pena de o Ministério Público propor uma ação para aplicar multas e para obrigar a Enel”, disse o promotor Silvio Marques, na época.

Agora o programa chama “SP sem fios”, e as parceiras são as mesmas. Mas os serviços ainda não foram concluídos.

Em nota, a prefeitura afirma que “um novo cronograma do programa está em execução”, mas que as empresas não são obrigadas a enterrar os cabos. O novo cronograma não foi apresentado à reportagem.

Já a associação que representa as empresas de telecomunicação, a TelComp, disse que o “prazo para finalização das cinco regiões será redefinido em breve”.

As empresas de telecomunicação disseram que a pandemia impactou nas obras e que o prazo pra terminar o serviço vai ser definido e publicado em breve.

Já a Enel afirmou que “ainda há postes porque é necessário que as empresas de telecomunicações façam o enterramento de suas redes”. A concessionária diz que tira as empresas de telefone e TV não tiraram os cabos, e que elas informaram à Enel que isso deve ser feito até 2023.

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G1

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