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O que há de errado com a ciência?

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Por Fernando Maskobi

O que há de errado com a ciência?

 

Se as diversas ramificações das ciências como as conhecemos hoje fossem tão certas e confiantes como se intitulam, convenhamos que não estaríamos vivendo esse caos nos campos social, político, ecológico, econômico e no da saúde. Não à toa, grandes organizações e autoridades estão cada vez mais descredibilizadas.

Lembro que durante toda a minha formação acadêmica, o conceito de desenvolvimento científico era nobre e inquestionável. Era soberano, soberbo. Aprofundar no caminho da ciência era o tiro certeiro para a realização pessoal e profissional. Pois bem, décadas se passaram e, quando olho para o lado, problemas sociais e de saúde como a miséria, a fome, a desigualdade, a obesidade, o suicidio e a depressão, por exemplo, nunca estiveram em índices tão altos. Além de, sem delonga no tema, estarmos vivenciando um dos piores períodos da humanidade no que tange ao ecocídio e extinção de espécies.

Dado esse cenário, como continuar confiando cegamente no que entendemos como ciências exatas, sociais, biológicas e econômicas se esses campos estão todos colapsando? Por que, dada a conjuntura, devemos continuar seguindo cegamente nas ciências convencionais e cancelando qualquer outro tipo de ponto de vista que as desafie ou até mesmo as complemente?

A dura realidade é que, ao mantermos o status quo, nossos problemas apenas serão ampliados. Não conseguimos mais des-ver as consequências geradas pela superlucratividade de indústrias, a confusão científica em como proceder na pandemia, o caos político e o ecocídio.É estudo que nos falta? Acredito que não, visto que vemos países com alto índice de educação (como as conhecemos) passando por fortes conflitos ideológicos. Entretanto, talvez chegou a hora de enxergarmos a nossa arrogância e assumirmos que falta alguma coisa quando falamos em desenvolvimento.

De forma alguma quero desmerecer anos de estudo e pesquisas que vêm sendo feitas ao longo de décadas, afinal, aqui estou também desafiando praticamente a minha vida dedicada aos estudos; no meu caso, nos campos das Finanças e da Economia. Entretanto, enxergo o quanto se faz necessário reconhecer outras perspectivas que incluem conhecimentos ancestrais, indígenas e aquilo que chamamos – e desvalorizamos muitas vezes – de alternativos. Sendo bastante pontual, precisamos dar voz àquilo que um dia nossa arrogância silenciou.

As ciências como as conhecemos estão ultrapassadas. Possuem a maximização do interesse pessoal, a força e o controle e a completa desconexão com a natureza como denominadores comuns. Existe uma força maior implorando para que temas como interesses coletivos, sabedorias ancestrais e reconexão com a natureza façam parte (novamente) da nossa história.

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