A Faculdade de Medicina de Rio Preto vem testando um novo índice que permite medir o risco de transmissão de dengue em uma cidade com base no nível de

Redação Publicado em 18/06/2018, às 00h00 - Atualizado às 15h25
A Faculdade de Medicina de Rio Preto vem testando um novo índice que permite medir o risco de transmissão de dengue em uma cidade com base no nível de infestação por fêmeas adultas do mosquito Aedes aegypti.
Segundo os pesquisadores, o método criado pela Famerp coleta as fêmeas do mosquito em determinada região e assim conseguem calcular a infestação, porque é a fêmea do mosquito que transmite a dengue.
Na avaliação dos pesquisadores, o novo método seria mais prático, barato e confiável do que o chamado Índice de Breteau, valor numérico que corresponde à razão entre o número de larvas de Aedes aegypti encontrado e a quantidade total de residências inspecionadas.
Esse é o sistema atualmente usado pela vigilância epidemiológica para determinar o nível de infestação pelo mosquito transmissor da dengue. “Esse método foi para pesquisar o mosquito fêmea adulto, que transmite a doença.
Os métodos anteriores pesquisa a presença da larva, esse novo método vemos a existência do mosquito fêmea dentro da casa usando a armadilha. É um método mais barato, fácil, rápido e mais sensível que o método antigo”, afirma Maurício Nogueira, pesquisador da Famerp.
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