Em 2022, mais de 1 bilhão de pessoas em todo o mundo estavam obesas, com 43% dos adultos apresentando sobrepeso

Lillia Soares Publicado em 01/03/2024, às 16h39
Nesta sexta-feira (1º), a Organização Mundial da Saúde (OMS) fez um alerta preocupante: a obesidadeentre adultos mais que dobrou desde 1990 em todo o mundo, e entre crianças e adolescentes de 5 a 19 anos, quadruplicou.
Segundo um estudo publicado pelo periódico The Lancet, em 2022, mais de 1 bilhão de pessoas em todo o mundo estavam obesas, com 43% dos adultos apresentando sobrepeso.
O estudo mostra ainda que, embora as taxas de subnutrição tenham diminuído, ela ainda representa um desafio de saúde pública em muitos locais, sobretudo no sudeste asiático e na África Subsariana”, afirma a OMS.
De acordo com a entidade, a desnutrição é a causa de metade das mortes de crianças com menos de 5 anos. Por outro lado, a obesidade pode levar a doenças como problemas cardíacos, diabetes e certos tipos de câncer.
Além disso, na Assembleia Mundial da Saúde de 2022, os países adotaram o Plano de Aceleração da OMS, visando combater a obesidade até 2030. Atualmente, conforme o portal Agência Brasil, 31 governos estão na vanguarda dessa luta, implementando esse plano para enfrentar a epidemia de obesidade.
Entre as estratégias recomendadas pela OMS para reduzir os índices de obesidade estão:
Leia também

Dom Rafael perde direitos dinásticos após anunciar casamento

Loja de fotografia é destruída por incêndio em Campinas; câmeras registram ação de suspeito

Motorista de Porsche morre após colisão contra mureta na Rodovia dos Imigrantes

A Fazenda 18 já tem data de estreia; saiba qual

Quase 900 cobras escapam de criadouro durante enchentes no sul da China

Polícia investiga festa com fuzis em Vigário Geral e suspeita de presença de Peixão

Apenas 5% das ações contra políticos no STF terminam em condenação

CPTM amplia pagamento de bilhetes via Pix para todas as estações do sistema

Josh Grisetti, estrela de musicais da Broadway, morre aos 44 anos

Moraes suspende visitas de Flávio Bolsonaro ao pai por 90 dias e investiga possível propaganda eleitoral antecipada