Operadoras têm dez dias para oferecer tratamentos

Redação Publicado em 31/05/2022, às 00h00 - Atualizado às 10h33
A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) aprovou nessa segunda-feira (30) a inclusão de seis terapias orais contra o câncer no rol de procedimentos de cobertura obrigatória para os planos de saúde. Com isso, as operadoras ão prazo de até dez dias para começar a oferecer os tratamentos a seus beneficiários.

As terapias envolvem quatro medicamentos. O acalabrutinibe poderá ser usado em três procedimentos: para tratamento de pacientes adultos com leucemia linfocítica crônica (LLC), em primeira linha de tratamento; para adultos com LLC recidivada ou refratária; e para adultos com linfoma de células do manto (LCM) que receberam pelo menos uma terapia anterior.
Além disso, foram incluídas terapias com os medicamentos apalutamida e enzalutamida, ambos para tratamento de pacientes com câncer de próstata metastático sensível à castração (CPSCm), e lorlatinibe, para o tratamento de pacientes com câncer de pulmão não pequenas células (CPNPC), localmente avançado ou metastático que seja positivo para quinase de linfoma anaplásico (ALK), em primeira linha.
Segundo a ANS, o rol de procedimentos inclui mais de 3 mil tecnologias em saúde, que têm cobertura obrigatória para os planos de saúde regulamentados, ou seja, contratados após de 1999 ou adaptados à Lei 9.656/98.
Leia também

Dom Rafael perde direitos dinásticos após anunciar casamento

O fim da Ordem Mundial: 2026 e o retorno do "cada um por si"

Quase 900 cobras escapam de criadouro durante enchentes no sul da China

Messi fica fora de treino antes da semifinal da Copa do Mundo

Polícia Civil desmonta esquema com mais de 100 empresas de fachada e prende suspeito em São Paulo

Professor é espancado em estação da Linha 5-Lilás e diz ter sido alvo de homofobia

Espanha supera França, bate recorde de invencibilidade e garante vaga na final da Copa

Flávio Dino cobra explicações do Congresso e amplia investigação sobre emendas parlamentares

Lula sanciona lei que torna obrigatória educação política e cidadania nas escolas

França celebra a Bastilha, mas enfrenta uma batalha pela própria identidade