Diário de São Paulo
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Em conferência internacional, ministro da Defesa diz que respeita carta interamericana de afirmação da democracia

Paulo Sérgio Nogueira discursou na abertura da Conferência de Ministros da Defesa das Américas. Carta Democrática Interamericana diz que governos têm obrigação de defender a democracia

Em conferência internacional, ministro da Defesa diz que respeita carta interamericana de afirmação da democracia - Imagem: Divulgação | Agência Senado
Em conferência internacional, ministro da Defesa diz que respeita carta interamericana de afirmação da democracia - Imagem: Divulgação | Agência Senado

Publicado em 27/07/2022, às 11h05 G1


O ministro da Defesa, Paulo Sérgio Nogueira, disse nesta terça-feira (26) que respeita a Carta Democrática Interamericana. Em linhas gerais, a carta determina que a democracia deve ser a forma de governo de todos os países das Américas, que devem assumir o compromisso de fortalecer o sistema na região.

Nogueira fez um breve discurso na abertura da 15ª Conferência de Ministros da Defesa das Américas, realizada neste ano em Brasília.

"Da parte do Brasil, manifesto respeito à carta da Organização dos Estados Americanos, OEA, e a carta Democrática Interamericana, e seus valores, princípios e mecanismos", afirmou o ministro brasileiro.

A expectativa é que, após a conferência, os ministros assinem a "Declaração de Brasília". O documento deverá reforçar o apoio à "Carta Democrática Interamericana e seus valores, princípios e mecanismos".
A Carta Democrática Interamericana diz em seu artigo de abertura: "Os povos da América têm direito à democracia e seus governos têm a obrigação de promovê-la e defendê-la".

O secretário de Defesa dos Estados Unidos, Lloyd J. Austin III, também destacou em seu discurso a defesa da democracia.

Lloyd afirmou que todo o hemisfério sul pode ser próspero, democrático e seguro, e ressaltou que quanto mais se aprofunda a democracia, mais se aprimora a segurança na região.

“Nossos países não estão unidos apenas pela geografia. Nós também nos aproximamos por interesses comuns e valores comuns, pelo nosso respeito profundo pelos direitos humanos e a dignidade humana, nosso compromisso com o Estado de Direito e a nossa devoção à democracia”, afirmou o secretário.

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