Mais uma troca da ofensas entre o presidente Jair Bolsonaro e o ministro da Suprema Corte, Luís Roberto Barroso, teve como ponto de atrito a proposta de voto impresso

Jair Viana Publicado em 03/08/2022, às 10h28
O presidente Jair Bolsonaro (PL) e o ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), mais uma vez trocaram farpas publicamente.
O motivo é velho, o sistema eleitoral, os adjetivos usados por Bolsonaro é que são novos. Nesta terça-feira (2),o presidente chamou Barroso de “criminoso” e “mentiroso”. O presidente fez os ataques durante entrevista à Rádio Guaíba, de Porto Alegre.
Bolsonaro chamou o ministro de “criminoso” porque ele teria articulado junto com parlamentares a rejeição da proposta do voto impresso aditável defendida pelo governo. Para o presidente, Barroso, enquanto presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), não poderia ter entrado no debate.
Em publicação em sua conta no Twitter, o ministro Luís Roberto Barroso, sem citar Bolsonaro, mandou recado ao afirmar que “mentir precisa voltar a ser errado de novo”. Barroso afirma ainda que foi à Câmara à convite.
Na mesma entrevista, Bolsonaro fez uma declaração sobre o ato programado para o dia 7de setembro. "Vamos pela última vez às ruas para mostrar para aqueles surdos ministros do STF que o povo tem que ser o nosso norte”, disse.
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