No processo que Christa Dapuzzo moveu contra Thiago Brennand por suposto estupro, há mensagens que comprovam que ela chamou o empresário, depois do suposto crime, para outras seis transas;duas foram na casa dela, apesar de ter negado perante o Juiz de Porto Feliz os novos encontros sexuais após a alegada violência sexual

Jair Viana Publicado em 11/10/2023, às 16h56
Mesmo com mais de 1.550 mensagens, 40 ligações telefônicas e seis pedidods de encontro para novas relações sexuais com Thiago Brennand, enviadas e realizadas pela americana Christa Dapuzzo, o juiz Israel Salu condendou o empresário a 10 anos e 6 meses de prisão em regime fechado.
A sentença acaba de ser proferida nesta quarta-feira (11), no processo em que Christa Dapuzzo acusa Thiago Brennand pela suposta prática de estupro em junho de 2021.

No entanto, existe grande controvérsia na decisão. Já que foi comprovado que a mulher, depois do suposto estupro, por meio de aplicativo de mensagens, enviou 1.553 mensagens de texto, áudios e imagens ao acusado. Dessas mensagens, em pelos 340 ela usou tom romântico e outras dezenas, apelou para textos e imagens de cunho meramente sexual.
Entre as mensagens a que a reportagem do Diário de S.Paulo teve acesso com exclusividade, ela propôs e foi atendida nos pedidos para outros seis encontros com Brennand. Dois desses encontros amorosos inclusive foram na própria casa da vítima. Ele se aproveitou da ausência do marido para se realacionar com Thiago.
Thiago Brennand está preso no CDP Pinheiros-I, em São Paulo. Ele estava nos Emirados Árabes e foi trazido pela Polícia Federal brasileira, depois de um acordo entre autoridades.
Para conferir mais detalhes sobre as controvérsias do caso que envolve Christa Gallagher Dapuzzo, acesse esta matéria exclusiva do Diário.
"A Defesa recebe com grande irresignação a sentença proferida pelo magistrado da 2ª Vara da Comarca de Porto Feliz, fundamentada apenas na palavra da vítima, completamente dissociada de todos os elementos de prova colhidos durante a instrução, os quais demonstraram de forma cristalina que o acusado nunca praticou violência sexual. Preferiu o magistrado trilhar o caminho mais fácil de julgar com base na pessoa – em verdade, uma versão de um personagem criado – e não nos fatos. A Defesa tem total confiança no Poder Judiciário para corrigir essa injusta condenação".
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