O corpo foi abandonado em um aldeia da região

Juliane Moreti Publicado em 27/01/2023, às 17h58
O pastor Seetoud teve o corpo reconhecido com sinais de tortura antes da morte. O crime aconteceu no fim do mês passado no Laos, um país da Ásia. As fontes próximas ao líder e as investigações indicam que ele morreu por propagar sua fé.
Na manhã do dia do crime, membros de uma outra igreja da região esperavam que o pastor aparecesse para ministrar a Biblía para a congregação. Porém, além de não ir ao local, Seetoud também não respondia as mensagens dos amigos, conforme o Morning Star News.
Preocupados, os membros da igreja que fizeram o convite começaram a procurar nas redondezas do lugar. Foram até hospitais, andaram quilômetros e acionaram policiais relatando um possível desaparecimento, ampliando as buscas.
Até que, mais tarde, um morador da área próxima da congregação encontrou o corpo de Seetoud em uma vala montanhosa perto da aldeia. Para tentar identificar, o homem chegou a publicar as fotos das cenas no Facebook.
Depois de também informar autoridades, amigos do pastor finalmente reconheceram que aquele seria o corpo dele, depois que foram chamados para o hospital em que os exames para descobrir a causa da morte estavam sendo realizados. Na investigação, testemunhas, líderes cristãos e familiares comentaram o percurso feito por Seetoud.
Segundo os relatos, ele foi sequestrado no meio do caminho em que ia cultuar. Como no corpo havia sinais de tortura, a polícia indica que ele sofreu até morrer, para depois abandonarem o corpo na vala. Os amigos pastores acreditam que ele foi morto por estar expandindo, em pouco tempo, a quantidade de pessoas que aceitam Jesus, ou seja, ele sofreu uma perseguição.
O pastor estava começando a ser reconhecido por viajar e falar da Biblía, alcançando milhares de pessoas, além de ter um cartão oficializando seu cargo. Seetoud foi velado em sua cidade e deixa oito filhos e sua esposa, que agora, estão recebendo ajuda dos amigos e colegas.
A investigação para descobrir quem o sequestrou e o matou continua. Os policiais estão entrevistando moradores, familiares e juntando informações também disponibilizadas pela equipe médica que realizou a autópsia.
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