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Saúde

Mais dois bebês morrem à espera de cirurgia cardíaca

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Mais dois bebês morrem à espera de cirurgia cardíaca

De sete bebês internados, três morreram.
Outros quatro aguardam transferência; procedimento não é feito no estado.

Mais dois bebês que estavam internados no Hospital Dona Regina, em Palmas, morreram à espera de cirurgia no coração. Eles aguardavam a transferência para outro estado, já que o procedimento cirúrgico não é realizado no Tocantins. No dia 15 do mês passado, mostramos  a história de um bebê que também não resistiu. Ytallo chegou a ser transferido para Goiânia, mas morreu antes de passar pela cirurgia.

Dos sete bebês que aguardavam no hospital, restam apenas quatro. As mães que continuam esperando vivem uma angústia diária. Uma delas é a dona de casa Daiany Pereira de Sousa. O filho dela está há quase um mês e meio na UTI.

A transferência dele foi determinada pela Justiça, mas ainda não aconteceu. “Já tem a decisão do juiz, mas o Estado não deu uma resposta até hoje”.

O filho da dona de casa Rivone Gomes dos Santos vive a mesma situação. Eles estão há mais de 30 dias vivendo uma espera angustiante. “Sinceramente quando você vê a história dos outros. Quando perde um lá todo mundo se desespera com medo de perder o da gente”.

Entre as crianças que não resistiram está Alice, a filha de Thiago Araújo Borges e Caroline. O bebê teve um mês de vida. Nasceu com um problema no coração, conseguiu a transferência, fez a cirurgia, mas acabou morrendo.

“A cada dia que passava, se tornava um processo mais difícil. Os médicos em Curitiba me falaram que pela longa espera dela seria bem difícil. As chances dela diminuiram muito”, lamenta Thiago.

A mãe de Ytallo, a dona de casa Solange Conceição não conteve as lágrimas ao lembrar das crianças que também correm risco de morrer à espera do procedimento. “Tem várias mães lá dentro que os filhos precisam ser transferidos. A qualquer momento podem morrer. E o Estado nada com isso”.

A Secretaria Estadual da Saúde informou que aguarda o agendamento das cirurgias dos bebês em hospitais do Rio Grande do Sul e de Minas Gerais.

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