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Nós contra eles

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Nós contra eles

Rodrigo Constantino

 

Nós contra eles

 

Alguém diria que é preciso buscar um “meio termo” entre a civilização ocidental e o Talibã? Seria loucura, certo? Não obstante, todos sabemos que a civilização ocidental está longe de ser perfeita, tem inúmeros defeitos, como qualquer formação humana. Diante de uma alternativa extremista dessas, porém, fica claro que é fundamental sair em defesa firme do lado certo, da civilização que garante liberdades individuais, prosperidade, império das leis, contra a barbárie medieval dos fanáticos islâmicos.

O exemplo pode ser um reductio ad absurdum, mas serve para fazer o ponto aqui. O relativismo só interessa em situações limites a quem quer defender o pior. Ninguém sensato buscaria encontrar uma contemporização entre Estados Unidos e Talibã. Todos sabem qual lado representa a civilização e qual lado significa barbárie.

Transportando isso para a política nacional, podemos entender melhor a postura de muita gente, acusada pelos “isentões” de radicais ou tribais. O PT não é o Talibã, mas nesse caso representa o atraso, a corrupção desenfreada, um projeto totalitário socialista, a censura. Lula prega abertamente o controle da imprensa e das redes sociais, enquanto enaltece ditadores socialistas que mergulharam seus países na total miséria e opressão. Em nossa realidade, Lula é a barbárie.

Do outro lado temos Bolsonaro. Imperfeito? Certamente! Mas ao menos com um governo cuja equipe ministerial é boa, uma agenda reformista virtuosa, defesa das liberdades constitucionais e mais da metade do mandato sem qualquer escândalo de corrupção. Como alguém pode em sã consciência equiparar Lula e Bolsonaro? Como pode alguém considerar Bolsonaro pior?! É simplesmente absurdo.

E a terceira via? Bem, essa até poderia ter uma chance, não fosse uma esquerda lulista disfarçada, como todos que apareceram até o momento. Vários nomes aventados, todos eles de esquerda e gente que demoniza Bolsonaro, enquanto alivia a barra de Lula. Tucanos como FHC e Tasso Jereissati até já saíram do armário para declarar apoio oficial ao corrupto petista. Como confiar num “centro” desses?

Sou contra o pensamento binário, o maniqueísmo na política. Mas o fato é que, eventualmente, a coisa estará mesmo dividida de forma clara. Ou alguém acha que era errado tomar o partido do Tio Sam contra o império soviético do mal na Guerra Fria? Em algumas ocasiões o embate será tribal, entre apenas dois lados, um certo, ainda que imperfeito, o outro totalmente errado.

O Brasil nunca esteve tão polarizado? Talvez não. Mas eis o que temos: policiais, ruralistas, evangélicos, tias do Zap e trabalhadores patriotas de um lado, contra comunistas, traficantes, cartel dos bancos, corruptos e globalistas autoritários do outro. Uns querem jogar dentro das quatro linhas da Constituição, outros querem o arbítrio supremo para “empurrar a história”. O jogo afunilou para uma escolha necessária: nós ou eles?

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