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Política

Prefeitura de SP conclui obra do bloco C da Fábrica do Samba após cinco anos parada; fase final custou R$ 7,6 milhões a mais

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A Prefeitura de São Paulo anunciou a conclusão das obras do bloco C da Fábrica do Samba, no Bom Retiro, Zona Oeste de São Paulo, mais de cinco anos depois de a obra ter sido paralisada por falta de verba.

Segundo a Secretaria de Infraestrutura Urbana e Obras (SIURB), a construção do bloco C, que estava parada desde 2017, foi finalizada em fevereiro e a entrega do espaço para a Liga das Escolas de Samba de São Paulo deve acontecer nos próximos dias pelo prefeito Ricardo Nunes (MDB).

Iniciada em 2009, a obra custou o total de R$ 211,8 milhões. A primeira etapa foi entregue em dezembro de 2016 pelo então prefeito Fernando Haddad (PT), ao custo de R$ 183,2 milhões e com dois blocos concluídos: A e B.

A última etapa da construção (bloco C, com sete galpões), que será entregue pela gestão atual, teve o custo total de R$ 28,6 milhões, cerca de R$ 7,4 milhões acima do preço que havia sido anunciado pela secretaria.

“A Prefeitura de São Paulo, por meio da Secretaria de Infraestrutura Urbana e Obras (SIURB ), esclarece que as obras da Fábrica do Samba foram concluídas dentro do prazo legal e contratual. Os blocos foram finalizados em fevereiro, restando apenas detalhes como retoques e manutenções necessárias no local. A inauguração do espaço está prevista para os próximos dias”, disse a gestão municipal em nota.

Projeto iniciado em 2009

 

Demanda antiga das escolas de samba de São Paulo para diminuir os incêndios e acidentes nos barracões, a Fábrica do Samba teve o projeto lançado em 2009 pela gestão do ex-prefeito Gilberto Kassab(PSD), com a primeira previsão de entrega para o fim de 2012 e orçamento inicial de R$ 124 milhões.

Entretanto, as obras só começaram em 2012 e os primeiros blocos foram entregues apenas em 2016. No ano seguinte, 2017, as obras foram paralisadas por causa da falta de repasse de verba do governo federal, parceiro da Prefeitura na construção do espaço.

Depois de mais de cinco ano de paralisação, Ricardo Nunes havia anunciado em outubro de 2021 que a Prefeitura iria cobrir os recursos que faltavam para a finalização do espaço.

Naquela data, a SIURB havia anunciado que a retomada da construção do bloco C custaria R$ 21,2 milhões. Porém, no final de 2021 foram assinados aditivos contratuais que elevaram o valor para R$ 28,6 milhões.

Por meio de nota, a SIURB afirmou que o reajuste de preço da obra da Fábrica do Samba se deu por dispositivos na Lei de Licitações e também para “adequar os serviços previstos em contrato”.

“O valor inicial do contrato para a segunda fase de obras é de R$ 21,2 milhões. Em novembro de 2021, o contrato foi reajustado em R$ 2,2 milhões, conforme prevê a Lei de Licitações (8.666/93) uma vez que sua vigência é superior a um ano. Em dezembro do mesmo ano, para adequar os serviços previstos em contrato para finalização total da obra, foi assinado aditivo com valor de R$ 5,2 milhões. A Prefeitura está investindo R$ 28,6 milhões no complexo”, declarou a pasta.

 

A construtora responsável pela finalização da obra foi a Lopes Kalil Engenharia, mesma empresa que fez parte do Consórcio Central, que reformou o Vale do Anhangabaú, no Centro de São Paulo.

A obra do Anhangabaú tinha o valor inicial orçado em R$ 80 milhões, mas a obra sofreu pelo menos sete atrasos antes de ser entregue e, ao final, o acréscimo no valor foi de cerca de 32%, totalizando R$ 105,6 milhões.

Procurada pela reportagem do g1, a construtora disse que “na condição de Contratada, configura apenas como executora dos comandos da Contratante” e que qualquer esclarecimento deve ser encaminhado à Prefeitura de São Paulo.

Prefeitura de São Paulo estimava que obra da Fábrica do Samba custaria R$ 124 milhões em 2010. Em 2017, valor estimado já era de R$ 200 milhões — Foto: Vivian Reis/G1

Prefeitura de São Paulo estimava que obra da Fábrica do Samba custaria R$ 124 milhões em 2010. Em 2017, valor estimado já era de R$ 200 milhões — Foto: Vivian Reis/G1

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G1

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