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Saúde

Pelo menos 3 mil pacientes com doenças incuráveis ficaram sem medicamentos no início do ano no país, aponta levantamento

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Governo enviou 300 servidores para ajudar em buscas no Amazonas

Entre 1º de janeiro e 28 de fevereiro, 2.801 pacientes com doenças incuráveis, e que precisam de tratamento contínuo, ficaram sem receber medicamentos essenciais.

Este é o caso de quem convive com lúpus, doença de Chron ou osteoporose, enfermidades que fazem parte da lista de doenças crônicas com falta de medicamentos.

O relatório indicou que 63 medicamentos essenciais tiveram irregularidades no fornecimento, sendo a maior parte deles de responsabilidade do Ministério da Saúde e das secretarias estaduais. Alguns são considerados de alto custo, como é o caso do infliximabe, que chega a custar cerca de R$ 6 mil a unidade.

São Paulo é o líder na lista de estados com problemas no abastecimento, com 1.663 relatos. Depois de São Paulo, Rio de Janeiro, Ceará e Minas Gerais são os estados que mais têm reclamações de desabastecimento.

Entre as regiões com mais casos, o primeiro colocado foi o Sudeste (70.3%). Em seguida vêm Nordeste (15.3%), Sul (6.1%), Norte (5.2%) e Centro-Oeste (3%).

Os dados foram levantados pelo Movimento Medicamento no Tempo Certo (MTC), da Biored Brasil, uma rede de defesa de pacientes.

Regularmente, a organização publica o cenário da falta de medicamentos nas farmácia de alto custo, conforme os dados apontados por pacientes ou familiares voluntários. As queixas são registradas por meio do preenchimento de um formulário eletrônico, disponibilizado nos canais da Biored Brasil.

Ainda segundo a rede, as informações levantadas são utilizadas para dialogar com a gestão pública sobre a garantia de acesso de medicamentos de alto custo aos pacientes crônicos brasileiros.

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G1

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