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Dia a Dia

‘Pandemia mostrou que a vida é hoje’, diz jovem que decidiu morar com o namorado após 6 meses de relacionamento

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‘Pandemia mostrou que a vida é hoje’, diz jovem que decidiu morar com o namorado após 6 meses de relacionamento

Luanna e Gabriel se conheceram uma semana antes da quarentena e, depois de terem adiado vários planos, decidiram que era hora de dividir muito mais do que telas de videochamadas.

A pandemia mudou o mundo como conhecíamos e isso inclui, claro, os relacionamentos. Luanna e Gabriel se encontraram por um aplicativo em fevereiro do ano passado, antes que o coronavírus se fizesse presente em todas as conversas. Naquele momento, nenhum dos dois imaginaria que, um ano e quatro meses depois daquele “match”, estariam dividindo um apartamento na Zona Sul de São Paulo, onde vão passar o primeiro Dia dos Namorados, comemorado neste sábado (12), juntos.

Luanna Martins, de 25 anos, é analista de mídias sociais e, depois de um mês de conversas virtuais, foi ao primeiro encontro presencial com Gabriel Campos, de 25 anos, engenheiro de dados, num bar. O “date” foi ótimo, tanto que já tinham deixado marcado um segundo encontro, mas, no meio do caminho deles (e no de todos nós), houve a recomendação para o distanciamento social no estado.

De lá para cá, já viveram muitas coisas: uma série de videochamadas, na tentativa de criarem uma intimidade que ainda não existia, muitas conversas, uma pausa, a reaproximação, um reencontro presencial em agosto, a oficialização do namoro em outubro, um isolamento ainda mais fechado quando ambos pegaram Covid, em março deste ano, até que, em maio, passaram a dividir a mesma casa.

“Tudo é desafiador e intenso”, resume Luanna. “O mês que antecedeu a mudança me pegou bastante emocionalmente. Eu pensava: ‘Será que estou fazendo a coisa certa, que vai ser bom para o nosso relacionamento? Ou será que vai degringolar tudo?’”

A resposta veio com as lições aprendidas com a vida após o coronavírus. “Percebi que não dá para ter certeza, né? Não tenho certeza de nada, não tinha certeza um mês atrás, não tenho certeza agora que a gente completou um mês juntos e não tenho certeza do que vai ser daqui pra frente. A única certeza que eu tenho é a de que é isso que eu quero para a minha vida e que eu estou muito feliz com a decisão que tomei.”

 

E emenda: “Não abro mão deste momento que eu estou vivendo, da minha vida com o Gabriel. Tem sido muito especial e muito intenso. A pandemia mostrou que a vida é hoje, é agora e a gente precisa fazer o que acredita e acha que é bom pra gente e para as pessoas que a gente ama. A gente precisa realmente se entregar”.

Para entender essa confiança e essa decisão, é preciso voltar um pouco no tempo, para o início da quarentena. Luanna morava com a mãe, que é do grupo de risco. Ela e Gabriel conversavam bastante, também por videochamada, dividiam receios e histórias, mas acabaram se distanciando um pouco por um tempo. Em julho, voltaram a se falar com frequência e a se aproximar. Em agosto, Luanna decidiu sair da casa da mãe e dividir um apartamento com uma amiga. Foi quando o segundo encontro com Gabriel aconteceu.

“Eu estava fazendo isolamento sozinha por estar de home office e minha amiga ainda não tinha se mudado. A gente se sentiu mais seguro de poder se encontrar novamente. Ele veio ao meu apartamento e, como não saíamos de casa e não fazíamos parte do grupo de risco, a gente começou a se encontrar mais vezes. Desde agosto, a gente não se largou mais.”

Luanna Martins e Gabriel Campos em sua primeira viagem juntos, para Campos do Jordão, no interior paulista, em 2020 — Foto: Arquivo pessoal

Luanna Martins e Gabriel Campos em sua primeira viagem juntos, para Campos do Jordão, no interior paulista, em 2020 — Foto: Arquivo pessoal

Chegaram a alugar um chalé no interior paulista para passar uns dias e mudar os ares do isolamento e, em outubro, oficializaram o namoro. “Foi bem intenso”, conta Luanna.

Em março, um susto: os dois pegaram Covid. Como a amiga da analista de mídias tinha testado negativo, Luanna foi se isolar no apartamento de Gabriel.

“Foi o nosso maior perrengue”, conta. “A gente ficou 20 dias isolados lá e não tínhamos ainda muito tempo juntos. Foi a coisa mais intensa do Universo: ficar presa num apartamento minúsculo, no começo de um relacionamento, doentes, com Covid. Eu tive só sintomas leves, mas ele ficou pior. Então, ficamos nos cuidando, trabalhando, além de tentar cuidar da saúde mental. Foi viver bem no limite. Fora o medo de [a Covid] agravar e tal”, relembra Luanna.

Nesse meio tempo, a amiga com quem ela dividia o apartamento também começou um relacionamento e decidiu ir morar com o namorado. “Minha amiga é artista e ela e o namorado começaram a trabalhar juntos. A gente conversou e ela resolveu que seria melhor morar com ele, até por conta da pandemia, porque eu estou fazendo home office e ela precisava sair para trabalhar e acabava criando um risco maior dentro de casa.”

Foi a deixa para Luanna e Gabriel conversarem sobre o assunto e, depois de pesarem muitos fatores, perceberam que fazia sentido eles também irem morarem juntos. “Eu ia ficar num apartamento sozinha, os dois estão fazendo home office e, para a gente, é muito cômodo, no sentido de controlar o isolamento e podermos estar mais próximos das nossas famílias. A gente também achou conveniente, nos sentimos preparados, financeiramente também fazia sentido. Para muita gente, foi um susto, uma loucura, mas nos sentimos seguros.”

Entre os planos para quando a pandemia for passado, estão poder reunir, enfim, as famílias, que não se conhecem, pular Carnaval juntos e viajar para a Colômbia, um plano que surgiu no começo do relacionamento.

Um mês depois de estarem dividindo o mesmo teto, Luanna diz que a principal qualidade deles juntos é a parceria. “Isso está sendo fundamental para que a gente consiga levar essa loucura que a gente está passando com um pouco mais de leveza.”

 

Já a de Gabriel é a paciência e também ser um bom ouvinte. “Ele é um cara que, se você precisar dele, ele pode não ter o que falar para você, mas vai estar do seu lado, te ouvindo, te acolhendo, te acalmando só com a presença.”

A de Luanna, diz o namorado, é a empatia. “Ela sabe muito bem ouvir também, mas se coloca muito no meu lugar, ela sabe quando me deixar na minha, sozinho, quando eu tive um dia ruim no trabalho. Respeita os meus momentos e também me ensinou muito a como me abrir com ela. Morei três anos sozinho e nunca tive muitas pessoas, além de alguns amigos próximos, para me abrir. Hoje ela é a pessoa com quem eu tenho mais intimidade pra falar de qualquer coisa, das minhas dores e também do que me deixa feliz”, conta Gabriel.

“Sou muito grata pela pessoa que ele é, pelos momentos que a gente passou juntos, pelo amor que ele me dá. Por saber que tenho uma pessoa tão maravilhosa ao meu lado, sabe? Em meio a tanta tristeza, a tanta dor e sofrimento, tantas lágrimas ruins, eu sou muito grata por ter recebido esse presente em meio ao caos. Ele surgiu na minha vida para trazer o bem, amor e alegria”, se declara Luanna.

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Fontes: G1 – Globo.

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