Cientistas da Universidade de Oxford informaram hoje (15) que vão avaliar os efeitos das novas variantes do novo coronavírus em mulheres grávidas e

Redação Publicado em 15/02/2022, às 00h00 - Atualizado às 15h03
Cientistas da Universidade de Oxford informaram hoje (15) que vão avaliar os efeitos das novas variantes do novo coronavírus em mulheres grávidas e recém-nascidos, bem como da vacinação contra a covid-19 em complicações durante a gravidez e após o parto.

O estudo será feito menos de um ano depois que a universidade concluiu que mulheres grávidas com covid-19 e seus filhos recém-nascidos enfrentavam maiores riscos de complicações, como parto prematuro e risco de falência de órgãos, do que se sabia anteriormente.
Os pesquisadores disseram que o estudo visa preencher lacunas, incluindo os efeitos de novas variantes do vírus, como a Ômicron, em um grupo de alto risco que registrou taxas baixas “alarmantes” de vacinação.
“Os efeitos da covid-19 na gravidez foram subestimados e insuficientemente estudados”, disse o professor da Universidade de Oxford José Villar, um dos autores do estudo.
“As mulheres grávidas nem foram incluídas nos testes de vacinas, o que permitiu que ‘informações’ não científicas e assustadoras fossem amplamente divulgadas.”
Muitas autoridades de saúde globais disseram que as vacinas durante a gravidez são seguras. Estudo divulgado nos Estados Unidos no mês passado mostrou que elas não estavam associadas a parto prematuro ou recém-nascidos com baixo peso.
.
.
.
Agencia Brasil
Leia também

Relembre a Lei Mariana Ferrer, criada após revolta com audiência do caso

Caso Palmeiras: Laudo do IML não aponta lesões corporais, mas Polícia Civil mantém investigação de suposto abuso infantil

Anac autoriza duas novas companhias aéreas internacionais a operar no Brasil

Incêndio destrói galpão de distribuidora de autopeças na Lapa, em São Paulo

Investigado por suposta falsificação de peças de luxo já foi denunciado pelo GAECO em caso de roubo de cargas

STF oficializa fim da aposentadoria compulsória como punição máxima para juízes

Influenciadora rebate críticas por namoro com ex-presidente da CBF 53 anos mais velho

Metrô de São Paulo distribui álbuns da Copa do Mundo e promove ação solidária com figurinhas repetidas

Torre Eiffel fecha as portas em meio a onda de calor histórica que castiga a França

Mulher é condenada a 66 anos de prisão por envenenar ovo de Páscoa e matar crianças no Maranhão