4.107 profissionais vão trabalhar na Atenção Primária à Saúde, afirmou o Ministério da Saúde

Mateus Omena Publicado em 03/07/2023, às 17h23
O Ministério da Saúde anunciou que cerca de 70% já confirmaram interesse nas vagas e se apresentaram aos municípios para prestar serviços à população. Os profissionais foram selecionados no primeiro edital do “Mais Médicos”.
Segundo a pasta, 4.107 profissionais vão trabalhar na Atenção Primária à Saúde, porta de entrada do Sistema Único de Saúde, em todas as regiões do Brasil.
No primeiro edital desde a retomada do programa pelo Governo Federal, foram oferecidas 5.968 vagas para garantir o acesso à saúde, principalmente nos locais menos atendidos do país. A maior parte dos profissionais está concentrada na região Norte.
Mais de 34 mil profissionais se inscreveram para atuar no programa. 57% deles são médicos brasileiros com registro no Brasil. Todas as vagas ocupadas na 1ª chamada foram preenchidas por profissionais do Perfil 1 e 2. O primeiro envolve médicos formados em instituições de educação superior brasileiras ou com diploma revalidado no Brasil, com registro no Conselho Regional de Medicina (CRM). Já o segundo é formado por médicos brasileiros com habilitação para exercício da medicina no exterior.
Médicos homologados por região:
“Reformulado e fortalecido, o programa cumpre um papel fundamental e estratégico para o SUS ao levar e formar profissionais especialistas e resolutivos para a Atenção Primária brasileira”, explica o secretário da Atenção Primária à Saúde do Ministério da Saúde, Nésio Fernandes.
Segundo o secretário-adjunto da Secretaria de Atenção Primária à Saúde, Felipe Proenço, o êxito da adesão de profissionais na primeira etapa do edital em curso e ressalta a importância da retomada do Mais Médicos para a ampliação do atendimentos dos brasileiros na atenção primária, especialmente em locais de difícil fixação de médicos.
“Com a retomada do programa, aperfeiçoamos uma série de questões e incluímos incentivos para a participação de médicos com registro profissional no Brasil".
O Governo Federal reativou o programa “Mais Médicos" para garantir atendimento médico principalmente em regiões de vazios assistenciais, além de trazer aos profissionais oportunidade de qualificação e aperfeiçoamento em saúde da família e comunidade, com incentivos e benefícios para atuação em áreas mais vulneráveis.
No 1º edital, 1.994 municípios foram contemplados. Cerca de 45% das vagas estão em regiões de vulnerabilidade social e que sofrem pela falta de profissionais. A retomada trouxe ainda 1.000 vagas inéditas para a região da Amazônia Legal, informou o Ministério da Saúde.
Outro edital para adesão dos municípios está aberto até o próximo dia 07 de julho. A pasta anunciou também sua intenção de habilitar 10 mil novas vagas no modelo de coparticipação, em parceria com os gestores locais.
Além dos médicos brasileiros registrados no país que terão prioridade na seleção, também participaram brasileiros formados no exterior ou estrangeiros, que poderão atuar no âmbito do programa por 4 anos, com Registro do Ministério da Saúde (RMS), em vagas não ocupadas por médicos com registro no país.
O governo espera que até o fim de 2023, 28 mil profissionais do Mais Médicos estejam atuando em todo o país, especialmente em áreas de extrema pobreza. Assim, mais de 96 milhões de brasileiros terão acesso a atendimento médico na atenção primária, porta de entrada do SUS.
Leia também

Dom Rafael perde direitos dinásticos após anunciar casamento

Motorista de Porsche morre após colisão contra mureta na Rodovia dos Imigrantes

Loja de fotografia é destruída por incêndio em Campinas; câmeras registram ação de suspeito

A Fazenda 18 já tem data de estreia; saiba qual

Quase 900 cobras escapam de criadouro durante enchentes no sul da China

Moraes suspende visitas de Flávio Bolsonaro ao pai por 90 dias e investiga possível propaganda eleitoral antecipada

Grupo quer Flávio longe de Lucas Bove; deputado é réu e defende "corrupto cristão"

São Paulo tem queda de casos graves ligados à influenza

Dino bloqueia R$ 6,15 milhões de Eduardo Cunha em apuração sobre emendas parlamentares

PT pede ao STF que Bolsonaro perca prisão domiciliar após carta divulgada por Flávio