Declaração de Eduardo Moura durante um podcast provocou forte reação nas redes sociais. Jones Manoel publicou vídeo pedindo que as autoridades apurem o caso.

Redação Publicado em 24/07/2026, às 10h19
Uma declaração do vereador Eduardo Moura durante um debate gerou polêmica e pedidos de investigação após ele mencionar a possibilidade de apresentar um vídeo sobre abuso sexual infantil encontrado na deep web.
A repercussão nas redes sociais levou o pré-candidato a deputado federal Jones Manoel a solicitar que as autoridades competentes apurem as circunstâncias e o conteúdo da declaração.
Até o momento, não há informações sobre a abertura de um inquérito policial ou uma manifestação oficial das autoridades, embora o Estatuto da Criança e do Adolescente preveja severas punições para crimes relacionados ao abuso sexual infantil.
Uma declaração feita pelo vereador do Recife Eduardo Moura (Novo) durante um debate transmitido pelo canal Recife Ordinário provocou ampla repercussão nas redes sociais e levou adversários políticos a defenderem a abertura de uma investigação para esclarecer o episódio.
Durante o programa, que contou com a participação do pré-candidato a deputado federal Jones Manoel, Eduardo Moura afirmou que pretendia apresentar um vídeo relacionado a abuso sexual infantil para ilustrar um argumento durante a discussão. Na sequência, mencionou que esse tipo de material poderia ser encontrado na chamada deep web.
O trecho da conversa rapidamente passou a circular nas redes sociais, gerando críticas e questionamentos de internautas sobre o contexto da declaração e sobre a origem do conteúdo mencionado pelo parlamentar.
Após a repercussão, Jones Manoel publicou um vídeo em suas redes sociais defendendo que o caso seja investigado pelos órgãos competentes. Segundo ele, as circunstâncias envolvendo a declaração precisam ser esclarecidas e eventuais fatos relacionados ao conteúdo citado devem ser apurados pelas autoridades.
Até o momento, não há informação pública de que tenha sido instaurado inquérito policial relacionado ao episódio, nem confirmação oficial sobre a existência do material mencionado durante o debate.
Também não foi divulgada manifestação oficial das autoridades competentes sobre o caso até a publicação desta reportagem.
O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) prevê punições severas para a produção, armazenamento, compartilhamento ou comercialização de material contendo abuso sexual infantojuvenil. A apuração de eventuais crimes dessa natureza cabe exclusivamente às autoridades responsáveis pela investigação.
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