Influenciadora afirma que sofreu ameaças, exposição de dados e fraudes após comentários sobre o grupo sul-coreano. Ela nega acusações de xenofobia e homofobia e diz que adotará medidas judiciais.

Redação Publicado em 24/07/2026, às 11h40
A influenciadora Pietra Bertolazzi se manifestou sobre ataques que vem sofrendo após comentários polêmicos sobre o BTS, classificando a situação como uma possível organização criminosa devido a vazamentos de dados pessoais e ameaças.
Pietra enfrentou críticas por chamar os integrantes do grupo de 'afeminados' e expressar vergonha pela apresentação, o que gerou acusações de xenofobia e homofobia, levando a uma investigação pela Delegacia de Crimes Cibernéticos de São Paulo.
Ela preserva provas das ameaças e busca responsabilização criminal e cível dos atacantes, enquanto defende seu direito à livre manifestação de opinião e se recusa a comentar mais até que as investigações sejam concluídas.
A influenciadora Pietra Bertolazzi voltou a se manifestar nesta sexta-feira (24) sobre a polêmica envolvendo declarações feitas após a apresentação do BTS na final da Copa do Mundo de 2026. Em nota enviada à imprensa, ela afirmou que passou a sofrer ataques coordenados nas redes sociais e classificou a situação como uma ação que "pode ser considerada uma organização criminosa".
A repercussão começou depois que Pietra publicou comentários sobre o grupo sul-coreano, chamando os integrantes de "afeminados" e dizendo sentir "vergonha alheia" da apresentação. A publicação foi apagada após críticas de internautas, que passaram a acusá-la de xenofobia e homofobia.
Segundo a influenciadora, após o episódio houve vazamento de supostos dados pessoais, tentativas de fraude utilizando seu nome, ameaças e ataques direcionados à sua imagem. Ela afirma que o caso está sendo investigado pela Delegacia de Crimes Cibernéticos de São Paulo e que parte dos envolvidos já teria sido identificada.
Na nota, Pietra declarou que todas as mensagens, perfis, cadastros fraudulentos e ameaças estão sendo preservados como provas para as investigações. Ela afirma que pretende buscar responsabilização criminal e cível dos autores dos ataques.
A influenciadora também rebateu as acusações de xenofobia. Segundo ela, suas críticas foram direcionadas exclusivamente ao estilo estético adotado por parte da indústria do entretenimento e não ao povo sul-coreano. Como exemplo, citou o boxeador japonês Naoya Inoue, mencionado anteriormente por ela como referência de masculinidade.
Em relação às acusações de homofobia, Pietra afirmou que utilizou o termo "afeminado" apenas como uma descrição de características de aparência e expressão, sem qualquer relação com orientação sexual. Ela também disse que a repercussão assumiu contornos misóginos, com ofensas relacionadas à sua condição de mulher e à sua fé cristã.
Ao encerrar a nota, Pietra informou que não fará novos comentários enquanto as investigações estiverem em andamento e defendeu o direito à livre manifestação de opinião, diferenciando críticas de práticas consideradas criminosas, como ameaças, perseguição e exposição de dados pessoais.
O caso continua repercutindo nas redes sociais e divide opiniões entre fãs do BTS e apoiadores da influenciadora.
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