Internado desde sexta-feira por pneumonia bacteriana, ex-presidente permanece sem previsão de alta em hospital de Brasília.

Redação Publicado em 18/03/2026, às 11h53
O ex-presidente Jair Bolsonaro apresenta sinais de melhora em seu quadro clínico, embora a recuperação ainda seja lenta, permanecendo internado na UTI do Hospital DF Star devido a pneumonia bacteriana causada por broncoaspiração.
Exames recentes mostraram uma melhora em um dos pulmões, mas o outro ainda está moderadamente comprometido, levando a equipe médica a avaliar a situação como estável, com uma tendência de recuperação gradual.
Bolsonaro continua sob tratamento com antibióticos e monitoramento constante, sem previsão de alta, enquanto sua defesa tenta converter a pena em prisão domiciliar devido à sua fragilidade clínica, pedidos que foram negados pelo Supremo Tribunal Federal.
O ex-presidente Jair Bolsonaro apresentou sinais de melhora no quadro clínico, embora a evolução ainda ocorra de forma lenta, segundo informou a equipe médica nesta quarta-feira (18).
Internado desde a última sexta-feira (13), o ex-chefe do Executivo segue na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital DF Star, onde recebe tratamento para pneumonia bacteriana decorrente de um quadro de broncoaspiração.
De acordo com o cardiologista Brasil Caiado, responsável pelo acompanhamento, os primeiros exames chegaram a indicar uma piora inicial, o que gerou maior preocupação da equipe. No entanto, nos últimos dias, houve avanço gradual na resposta ao tratamento.
Exames de imagem apontaram melhora mais significativa em um dos pulmões, enquanto o outro ainda apresenta comprometimento moderado. Apesar disso, a avaliação médica é de estabilidade, com tendência de recuperação progressiva.
O ex-presidente permanece sob uso de antibióticos e monitoramento constante, sem previsão de alta até o momento. Segundo os profissionais, o quadro exige cautela devido à resposta ainda parcial do organismo ao tratamento.
Jair Bolsonaro está sob custódia enquanto cumpre prisão por investigações relacionadas à tentativa de golpe de Estado. Desde então, episódios de saúde têm sido recorrentes, com registros de atendimentos médicos e internações anteriores.
A defesa já apresentou pedidos para conversão da pena em prisão domiciliar, alegando fragilidade clínica, mas as solicitações foram negadas pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal.
O caso segue sendo acompanhado tanto pela equipe médica quanto pelas autoridades judiciais, diante da condição de saúde e do contexto legal envolvendo o ex-presidente.
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