Manifestantes se aglomeraram em um ato de apoio ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido), com pedido de "intervenção militar", na Avenida Paulista neste

Redação Publicado em 02/05/2021, às 00h00 - Atualizado às 11h36
Manifestantes se aglomeraram em um ato de apoio ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido), com pedido de “intervenção militar”, na Avenida Paulista neste sábado (1), Dia do Trabalhador.
A concentração teve início por volta das 9 horas, na altura da sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).
No local, um carro de som foi posicionado com uma grande faixa pedindo a reabertura econômica no estado de São Paulo durante a pandemia do coronavírus e contra o Supremo Tribunal Federal (STF). No veículo discursaram Carla Zambelli (PSL) e Roberto Jefferson (PTB).
Gradualmente, manifestantes com e sem máscara vestidos de verde e amarelo aderiram ao ato, chegando a centenas, com maior concentração entre as ruas Pamplona e Itapeva, em ambos os sentidos da Paulista.
No total, a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) informou que bloqueou 4 quarteirões, da Alameda Campinas até a Alameda Ministro Rocha Azevedo.
Eles carregavam bandeiras do Brasil e cartazes contra o ex-presidente Lula, pedindo intervenção militar, o fechamento do Congresso Nacional e outros com os dizeres “Presidente Bolsonaro eu te autorizo – nos livre do comunismo”. A faixa era uma resposta ao presidente, que disse aguardar uma sinalização dos brasileiros contra as medidas de restrição que combatem a pandemia.
Camisetas também eram vendidas em defesa do “Povo armado, jamais escravizado”.

Apoiadores do presidente Jair Bolsonaro vão às ruas no Dia do Trabalho
Ocorreram manifestações com a mesma demanda em outros estados do país. Em São Paulo, uma carreata percorreu as ruas de Rio Preto, e o mesmo ocorreu na região de Bauru e Marília. Em Campinas foram ao menos dois atos. Também houve registro de manifestações nas regiões de Sorocaba, Jundiaí e Itapetininga.
Atos contra o presidente também ocorreram em São Paulo e na região metropolitana, mas em forma de carretas. Em Osasco, a organização foi de partidos e associações de categorias. Em São Bernardo do Campo, a CUT promoveu o protesto, assim como na Zona Leste da capital.
O ato terminou por volta das 19h15, quando a Polícia Militar começou a liberar a Avenida Paulista para o tráfego de veículos.

Manifestante mostra tatuagem em homenagem ao presidente Jair Bolsonaro em manifestação na Avenida Paulista, neste 1° de maio, na cidade de São Paulo — Foto: Abraão Soares/Futura Press/Estadão Conteúdo
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Fonte: Ge – Globo Esporte.
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