O ator chegou a ser cotado para o projeto no streaming, mas tomou outra decisão

Thais Bueno Publicado em 10/10/2022, às 15h47
O ator Chay Suede, que atualmente possui contrato com a Globo, recusou interpretar o papel de Ayrton Senna na série que a gigante Netflix está produzindo sobre a vida do piloto.
Ele possui contrato de exclusividade com a Globo até 2025, mas antes de ser escalado para dar vida ao arquiteto Ari na nova novela das 21h00, Travessia, o ator chegou a ser cotado para o projeto no streaming, mas preferiu o vínculo de longo prazo com a Platinada.
Em entrevista com Patrícia Kogut, jornalista do O Globo, Chay afirmou:
"A novela toma muitos meses do ser humano. É um caso a se pensar em relação ao processo produtivo. Mas eu realmente escolho e vou mais pelo personagem que vou viver ali. No caso de Travessia, eu queria muito fazer pela vontade de trabalhar com o Maurinho (Mauro Mendonça Filho) e com a Gloria".
O ator de 30 anos já esteve presente em sete novelas seguidas da emissora desde sua estreia na Platinada: Império (2014), Babilônia (2015), A Lei do Amor (2016), Novo Mundo (2017), Segundo Sol (2018), Amor de Mãe (2019) e, agora, Travessia (2022).
Na nova novela das nove, Suede viverá o complicado Ari, companheiro de Brisa (Lucy Alves), com quem tem um filho. O jovem se apaixona pelo estilo de vida de Chiara (Jade Picon) e, ao se envolver com a moça, perderá o rumo e, consequentemente, seus valores.
"Algumas pessoas talvez vão considerá-lo imaturo, mas acho que ele é um monte de coisa, é uma confusão. Eu também estou descobrindo. A gente tem poucos capítulos, 18. Ele tem traços especiais, cativantes. Talvez algumas dessas características passem por uma imaturidade ou uma aparência disso. Acho que o público vai gostar de participar da construção de um personagem humano como ele é", explicou Shay.
O ator, atualmente, é casado com a atriz Laura Neiva e, juntos, o casal possui dois filhos: Maria, de quase 3 anos, e José, de 11 meses. Ele, que está desde os 18 anos na televisão, tenta expor o mínimo possível de sua privacidade.
"O público que me acompanha desde o início me viu dos 18 aos 30. Então, fico feliz quando alguém fala que torceu por mim desde que eu era um garoto. Realmente, a vida está acontecendo aos olhos das pessoas. Quando elas se sentem íntimas, de alguma maneira eu me sinto feliz".
"À medida que o tempo passa, a gente ganha ferramentas para lidar com a exposição e com as coisas que vêm de bom e de ruim. A própria relação e divisão de trabalho e vida pessoal. Tento não misturar as duas coisas o tempo inteiro. Às vezes, essas coisas se misturam, mas nem sempre têm que se misturar", finalizou.
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