A atriz revidou a agressão da primeira-dama em um post no Instagram

Mateus Omena Publicado em 02/10/2022, às 10h44
Bruna Marquezine, 27 anos, se manifestou pela primeira vez sobre o ataque sofrido anteriormente pela primeira-dama Michelle Bolsonaro.
A esposa do presidente Jair Bolsonaro (PL) disse que a atriz estava "feia e vulgar" com a roupa que usou no desfile da coleção de verão 2023 da Burberry, em Londres, na Inglaterra.
Em um post no Instagram, Bruna postou um print do comentário de Michelle e rebateu:
"A mulher de Deus, que tenta de todos os jeitos fazer outras mulheres acreditarem que ela, seu marido e o governo dele não são extremamente machistas, fez uma crítica à minha aparência e me ofendeu publicamente sem motivo algum nos comentários de uma página aqui no Instagram".
Em seguida, a atriz fez novas publicações sobre a investigação da Polícia Federal (PF) de transações no gabinete de Bolsonaro. "O que foi noticiado poucas horas antes", escreveu.
Bruna também compartilhou um comentário de um bolsonarista, que dizia duvidar que a primeira-dama teria feito o comentário ofensivo por ser "uma mulher classuda".
"E essa é a tal narrativa que os eleitores do Bolsonaro sempre escolhem acreditar. Sempre a negação. Tudo é fake news. Tudo que fortalece e reafirma o discurso absurdo dele, é claro", criticou Bruna.
"Meu sonho de princesa é ter um presidente e uma primeira-dama que não desrespeitem os cidadãos. É pedir muito?", finalizou Bruna Marquezine, acrescentando a hashtag "Faz o L", em uma referência ao candidato Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
A atriz chegou ao Brasil na noite do último sábado (1). Ainda no aeroporto, ela foi vista "fazendo o L" com os dedos, como um sinal de apoio ao candidato petista.

Bruna Marquezine faz parte do grupo de artistas brasileiros que estão em campanha a favor do candidato Lula (PT) nas eleições presidenciais de 2022.
A atriz declarou anteriormente que o povo brasileiro precisa "fazer o necessário" para tirar Jair Bolsonaro (PL), atual presidente e candidato à reeleição, e declarou apoio ao candidato do PT, sem medo de perder contratos e seguidores.
“Hoje, é muito claro, nas pesquisas, que essa terceira via não vai ao segundo turno. Sabendo disso, em hipótese alguma, voto ou votei no Bolsonaro. A gente precisa fazer o que for necessário para tirar essa pessoa do poder. A única pessoa que pode fazer isso é o Lula”, disse Bruna, em entrevista à Veja
Ela também fez um apelo aos eleitores para que busquem informações dos candidatos para votar de forma consciente. "Cresci num lar que não era super politizado. A internet mudou isso, leva informação o tempo inteiro para todo mundo. Tento me nutrir cada vez mais de informação", avisou.
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