Moeda lançada em 2002 teve uma tiragem de 50 milhões exemplares

Gabrielly Bento Publicado em 09/05/2024, às 18h43
Um verdadeiro tesouro pode estar em suas mãos! Moedasde R$ 1 de Juscelino Kubitschek (JK), lançadas em 2002 em homenagem ao centenário do ex-presidente, podem valer até R$ 1.800 para colecionadores. Mas nem todas as unidades possuem esse valor.
Conforme afirma o So Científica, a face frontal da moeda, encontra-se o retrato de Juscelino Kubitschek, com as inscrições "Brasil, 1 Real" e o ano em que foi produzida, 2002. O lado oposto mostra o Brasão de Armas do Brasil.
Produzida com materiais como aço inoxidável e bronze, esta peça tem um diâmetro de 27 mm e pesa 7 gramas, com uma emissão total de 50 milhões de exemplares. Apesar da alta tiragem, seu valor para colecionadores não diminuiu.
O preço de uma moedapode oscilar consideravelmente. Exemplares em estado impecável, chamados de "flor de cunho", são geralmente ofertados a partir de R$ 20,00. Contudo, peças com particularidades como erros de fabricação podem alcançar valores até R$ 1.800,00. O grau de preservação é crucial para definir seu preço.
Ainda de acordo com o site, para a venda de uma moeda rara, os interessados têm diversas alternativas, incluindo lojas especializadas, leilões, grupos no Facebook, plataformas de venda online e negociação direta com outros colecionadores.
Leia também

Dom Rafael perde direitos dinásticos após anunciar casamento

Loja de fotografia é destruída por incêndio em Campinas; câmeras registram ação de suspeito

Motorista de Porsche morre após colisão contra mureta na Rodovia dos Imigrantes

A Fazenda 18 já tem data de estreia; saiba qual

Quase 900 cobras escapam de criadouro durante enchentes no sul da China

Polícia investiga festa com fuzis em Vigário Geral e suspeita de presença de Peixão

Apenas 5% das ações contra políticos no STF terminam em condenação

CPTM amplia pagamento de bilhetes via Pix para todas as estações do sistema

Josh Grisetti, estrela de musicais da Broadway, morre aos 44 anos

Moraes suspende visitas de Flávio Bolsonaro ao pai por 90 dias e investiga possível propaganda eleitoral antecipada