Na remuneração, o rendimento se manteve estável

Gabriela Thier Publicado em 29/11/2024, às 14h42
A recente pesquisa da Pnad Contínua revelou que a taxa de desocupação no país alcançou 6,2% no trimestre encerrado em outubro, marcando o índice mais baixo desde o início da série histórica em 2012. Comparativamente, no trimestre anterior, finalizado em julho, a taxa estava em 6,8%, enquanto em outubro do ano passado era de 7,6%.
Simultaneamente, a população ocupada atingiu um patamar recorde de 103,6 milhões de pessoas, representando um aumento de 1,5% em relação ao trimestre encerrado em julho e um crescimento de 3,4% na comparação com outubro do ano anterior.
O contingente de indivíduos desempregados reduziu-se para 6,8 milhões, uma diminuição de 8% (ou menos 591 mil pessoas) frente ao trimestre anterior e uma queda de 17,2% quando comparado a outubro de 2023, o que corresponde a menos 1,4 milhão de pessoas. Este é o menor número registrado desde o trimestre encerrado em dezembro de 2014.
No que diz respeito à remuneração dos trabalhadores, o rendimento real habitual manteve-se estável em R$3.255 na análise trimestral, mas apresentou um crescimento anual de 3,9%. A massa de rendimento real habitual também registrou aumento: subiu para R$332,6 bilhões, o que representa um incremento de 2,4% (ou mais R$7,7 bilhões) no trimestre e um aumento anual de 7,7% (equivalente a mais R$23,6 bilhões).
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