Não restam dúvidas de que o Neymar é um dos grandes craques do futebol mundial na atualidade. Joga uma bola incrível e tem um talento totalmente

Redação Publicado em 06/06/2022, às 00h00 - Atualizado às 07h45
Não restam dúvidas de que o Neymar é um dos grandes craques do futebol mundial na atualidade. Joga uma bola incrível e tem um talento totalmente inquestionável. Mas suas atitudes extra-campo realmente depõem contra ele. Não à toa surgem as críticas. A torcida do PSG, por exemplo, vaia e xinga o brasileiro com força em todas as partidas. Mas poxa vida, o cara declara o tempo todo que quer sair do clube! Deixa nas entrelinhas que se arrependeu de ter ido jogar na França. Vai querer o que? Elogios? Piada. Nem seus muitos gols escondem tanto desprezo por lá.
É verdade que por aqui no Brasil a molecada o tem como ídolo. A média de gols dele também é impressionante! Mas nunca vi na vida um craque ser tão criticado. Gênios como Garrincha, Romário e Edmundo também faziam suas presepadas, mas a dedicação e vontade de jogar futebol apagava tudo. No caso do Neymar ele se preocupa mais com a vida de celebridade… com os holofotes da grande mídia. Futebol virou detalhe. Um passatempo. E isso incomoda demais o apaixonado pelo esporte. O camisa 10 da Seleção perde moral e credibilidade.
Diz Neymar que não se importa com tanta crítica. Realmente dá a impressão de que quer curtir sua vida, aproveitar seu dinheiro e status. Isso é louvável e temos que compreender. É triste desperdiçar tanto talento mas temos que entender. Afinal de contas Deus dá o livre arbítrio para cada ser humano. O que não pode acontecer é o Neymar, o pai dele ou algum de seus parças virem choramingar que ele é incompreendido. Isso não é verdade. Talvez lhe falte até um pouco de personalidade para deixar claro e definir o que quer davida. Algo como fez Ronaldinho e até Adriano Imperador.

Pra ser mala tem que jogar bola
Nas últimas semanas rolou uma polêmica danada no Corinthians sobre um suposto conflito entre o técnico Vítor Pereira e o atacante Róger Guedes. O jogador ficou dentro ‘letrinha’ na imprensa de que estava insatisfeito na reserva e de muitas vezes nem entrar em campo. Do outro lado o comandante português rebatia com estilo dizendo que não existe ninguém com cadeira cativa no time. Resultado? Eles se entenderam e o Róger voltou a ter oportunidades. Contra o Atlético/GO foi o segundo jogo que ele atuou praticamente o tempo todo. Gols? NENHUM. Por sinal, pouca participação efetiva. Só reclamação! Eu penso que jogador pra ser mala precisa ser craque. Goleador. Do contrário é melhor baixar a bola. Se reclamar muito dá o boné e vaza do clube.

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