Por Rodrigo Sayeg

Redação Publicado em 28/09/2021, às 00h00 - Atualizado às 12h07
Por Rodrigo Sayeg
Na coluna de hoje, nós vamos falar sobre o renascimento da missão da maçonaria pela transformação da nação brasileira.
Na semana passada, houve a cerimônia de posse do Presidente do Tribunal Eleitoral Maçônico, Ricardo Hasson Sayeg, da qual tive o privilégio de participar e foi publicada no Youtube com acesso através do link https://www.youtube.com/watch?v=7LFhZd-IEBQ.
Na cerimônia, em seu discurso, o Presidente Ricardo Sayeg, ombreado pelos mais altos membros daquela ordem, afirmou que a Maçonaria é a sucessora moderna da Ordem dos Cavaleiros Templários que atuou nas cruzadas com a conquista de Jerusalém, pois tinha como missão, guardar o altar que nos leva ao Reino dos Céus aqui na Terra.
A partir desta natureza, a Maçonaria assume novamente o papel de guardar o altar que nos leva a um mundo melhor, aqui neste plano da existência.
Em seu discurso, foi expressamente destacado que os pilares deste altar são as divisas da liberdade, da igualdade e da fraternidade.
Ao sentir do novo Presidente do Tribunal Eleitoral, os Maçons são sacerdotes guerreiros, guardiões dessas divisas.
Não há liberdade, igualdade e fraternidade, sem democracia; e, o guardião da democracia na Maçonaria é o Egrégio Tribunal Eleitoral.
Os Maçons, além de guardiões da democracia interna, ou seja, dentro da Augusta Ordem; também são irmanados com o nosso sereníssimo Grão-Mestre do Grande Oriente de São Paulo, Irmão Benedito Marques Ballouk Filho. Eles são os defensores e articuladores da edificação e preservação da democracia no Brasil.
E de fato, ao longo da história de nossa nação, os Maçons foram determinantes e decisivos na independência do Brasil, na proclamação da República, na afirmação histórica do constitucionalismo nacional e na instituição de nosso Estado Democrático de Direito.
Desta forma, especialmente diante da situação nacional de conflito institucional que vivemos, é animador e esperançoso ver o renascimento da atuação da maçonaria em cumprir sua missão democrática, dentro e fora do âmbito da Ordem, pelo bem e à serviço de nosso amado Brasil.
Posso afirmar com segurança que presenciei o renascimento da participação da maçonaria na luta pelos direitos humanos e pelo futuro do nosso País.

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