Desde que assumimos a Comissão de Meio Ambiente, passamos a escrutinar todos os temas de modo plural e democrático. Assim, sem que nenhuma visão de mundo

Redação Publicado em 30/06/2021, às 00h00 - Atualizado às 09h57
Desde que assumimos a Comissão de Meio Ambiente, passamos a escrutinar todos os temas de modo plural e democrático. Assim, sem que nenhuma visão de mundo ficasse sob a sombra, o Brasil viu a Câmara debater temas até antes esquecidos e ecoar a voz silenciada de comunidades indígenas que se encontravam presas a gananciosos grilhões ideológicos.
O desenrolar deste e de outros fios que compõe o grande tecido brasileiro permitiram aclarar as intenções de poderosos organismos internacionais em nosso país. Estes costumam se utilizar de ONGs e, aquilo que ao longo do nosso trabalho vem sendo denunciado ao público, ficou evidenciado numa audiência pública que realizamos em junho.
O Procurador Regional de Erechim (RS), Rodinei Candeia, destacou que há um “esquema organizado internacionalmente de ONGs no Brasil para promover mobilizações políticas”. Já o jornalista Lorenzo Carrasco disse que “há organizações que atuam em favor de governos estrangeiros, com intenções não muito claras”.
Os argumentos de muitas dessas entidades são atraentes. Quem iria se opor a quem quer salvar florestas e oceanos? Acontece que, sob o manto de caridade desinteressada, há interesses que vão além da proteção de qualquer grupo ou bioma. Outra guerra que sustenta todo o aparato utilizado na primeira é a comercial entre Nações.
Por ironia do destino, dias após a Audiência, movimentos supostamente indigenistas atacaram o Parlamento e atentaram contra a vida de policiais Legislativos. Em outro tempo, talvez não fizéssemos perguntas como: Quem organizou, custeou o transporte, a alimentação e hospedagem dos “manifestantes” que fizeram tal ato? Alguém duvida que, ao perquirir as tristes páginas desse episódio a polícia encontraria alguma entidade vinculada a algum organismo internacional?
Para além dos interesses sobre as riquezas de nosso território, entendo como um ataque à nossa soberania o ato de impedir o funcionamento de nossas Instituições, razão pela qual pedi apoio de parlamentares para denunciar à PF e à PGR o atentado de 22 de junho de 2021.
Não aceitaremos a subserviência do Brasil para outro país ou de qualquer brasileiro para organizações que não tenham o compromisso de fato com nossa Nação.
Continuaremos defendendo nosso país e nosso povo.

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