
por Agenor Duque
Publicado em 21/11/2023, às 05h54
A revista “The Economist” apresentou sua capa para 2024, com o título: "O mundo que temos pela frente em 2024" [tradução livre]. “A vida chega rápido, seja devido ao aumento de conflitos armados, ao redesenho do mapa global de recursos energéticos ou ao rápido progresso da Inteligência Artificial. O mundo está mudando a uma velocidade alucinante, estamos aqui para manter todos atualizados e dizer o que virá a seguir", afirma o editor de "The World Ahead 2024". Esta capa aborda 10 temas específicos e, geralmente estas capas são projetadas para que as pessoas as analisem, neste caso, são desenhos com significados encriptados, coisas que podem acontecer, coisas que já estão sendo planejadas, agendas etc.
A revista afirma que muitas eleições não serão nem livres nem justas. Prestem atenção porque aqui já estão nos dizendo que as votações podem ser fraudulentas, o que significa que, no plano global, as votações devem estar em conformidade com quem controla tudo. Ou seja, a agenda deles manipulará as eleições. Dependendo de quem ganhar as eleições nos Estados Unidos, poderia determinar absolutamente tudo.
A capa possui um desenho redondo, cujo eixo central é uma urna de votos, e sobre ela, um relógio de areia indicando que o tempo está se esgotando e isso indica que todas as mais de 70 eleições no mundo em 2024, determinará a agenda final. Em seguida, vemos quatro rostos: alguns estão frente a frente, como Vladimir Putin e o presidente Zelensky da Ucrânia, indicando que esse conflito possivelmente continuará. No entanto, os rostos do presidente da China, Xi Jinping e do presidente dos Estados Unidos, Joe Biden abaixo estão olhando para lados opostos.
Na parte superior, onde está Vladimir Putin, aparece a sombra de Donald Trump e do outro lado, vemos a Claudia Sheinbaum, que poderia ser eleita presidente do México pelo Movimento Regeneração Nacional (Morena), partido governamental de esquerda e mais alinhado com os ideais globalistas. Os pontos de interrogação estão em praticamente todos os eixos indicando que ainda não sabemos o que acontecerá ou surgirá.
De um lado, há a pomba da paz do lado de Donald Trump, no entanto, do lado de Zelensky e Cláudia, duas bombas caindo. Há também uma estação lunar, um foguete, mísseis e equipamentos de satélite, complementando o enigma. Abaixo, é possível observar as fases da lua que podem estar relacionadas ao eclipse total do dia 08 de abril de 2024 e abaixo, uma espécie de eclipse com cores vermelhas e azuis. Coincidência ou não, no filme Matrix, o vermelho é o que te acorda e o azul é o que te manda dormir. No desenho, essas cores se fundem e exatamente na fusão total, há esse ponto de interrogação mais uma vez, indicando que algo muito importante acontecerá.
À esquerda, uma tela onde está o "olho que tudo vê" e quatro cérebros conectados a ele, possivelmente indicando as inteligências artificiais que são retroalimentadas por mentes humanas e vice-versa. Também há representações de chips e mais interrogações, ou seja, as peças que faltam para o controle total através dessas inteligências.
Já à direita, indicadores econômicos em queda, com os quatro símbolos das principais moedas: o euro, o dólar, o yuan e a libra esterlina, todas conectadas a outro ponto de interrogação, ou seja, o que está faltando, será o que vai controlar essas moedas e que as fará cair. Ao lado, vemos o que parece ser um navio cheio de contêineres, indicando as importações e exportações mundiais.
Abaixo vemos o presidente da China e um termômetro representando as altas temperaturas, um carro elétrico e o lítio, indispensável na fabricação de baterias para esses carros e também para celulares e computadores. Do lado contrário está Joe Biden, com as energias renováveis, a energia eólica e os furacões. Também vemos dois globos, com o lado da América do Sul acima, pois o Brasil é um dos principais exportadores de alimentos para o mundo, principalmente para a China.
À luz dessas complexas imagens e mensagens criptografadas, para 2024, fica o alerta aos cristãos para discernir os sinais indicativos da proximidade da segunda vinda de Cristo. Enquanto o mundo enfrenta mudanças rápidas e eventos geopolíticos se desenrolam, é crucial interpretar esses acontecimentos à luz da profecia bíblica. A incerteza política representada pelas eleições globais potencialmente manipuladas, os simbolismos relacionados à paz e conflito, inteligência artificial, controle econômico e eventos naturais, todos convergem para uma urgência espiritual. Os cristãos são chamados a estar vigilantes, discernindo os tempos e preparando-se espiritualmente para os eventos que podem moldar o futuro, enquanto permanecem ancorados na esperança da promessa da volta de Cristo.
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