
por Agenor Duque
Publicado em 03/07/2023, às 09h24
Em uma decisão que abalou o cenário político, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) declarou o ex-presidente Jair Bolsonaro inelegível por oito anos, com um placar de cinco contra dois, despertando questionamentos sobre a justiça e a imparcialidade do sistema eleitoral brasileiro. A ação, que alegava abuso de poder político e uso indevido dos meios de comunicação, baseou-se em um encontro que Bolsonaro teve com embaixadores, em julho do ano passado, no qual o então presidente expressou suas críticas ao sistema eleitoral e à confiabilidade das urnas eletrônicas.
Dentro de uma democracia, a liberdade de expressão e o pleno direito de um presidente para se reunir com representantes de outros países são legítimos, portanto, a ação do TSE é claramente persecutória. E, ao ferir a liberdade de um chefe do poder executivo, o processo torna-se um precedente perigoso para qualquer exercício democrático.
Diante da inelegibilidade de Bolsonaro, importantes lideranças da direita nacional uniram-se em sua defesa. A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, cogitada para ser sua sucessora, manifestou sua confiança e apoio incondicional. O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, reconheceu sua liderança inquestionável. Valdemar Costa Neto, presidente do PL, lamentou a decisão e destacou a inédita punição de um ex-presidente por expressar-se. O senador Ciro Nogueira afirmou que ninguém pode condenar o povo por amar um líder e ressaltou a esperança que permanece viva.
No mesmo dia, a América Latina recebeu mais um duro golpe: Maria Corina Machado, principal opositora do ditador Nicolás Maduro na Venezuela, foi igualmente declarada inelegível. A ex-deputada, que há anos luta contra a ditadura venezuelana, foi acusada de corrupção e proibida de ocupar cargos públicos.
Maria Corina, engenheira industrial e professora, ingressou na política movida por seu descontentamento com o regime de Maduro. E mesmo após a proibição de ocupar cargos públicos, ela manteve-se ativa na oposição à ditadura, liderando protestos e buscando apoio internacional para seu país.
Sua inelegibilidade foi imposta justamente quando ela era considerada uma das favoritas às eleições presidenciais de 2024, e parlamentares de direita no Brasil não deixaram de notar a coincidência entre as decisões do TSE contra Jair Bolsonaro e da ditadura venezuelana contra Maria Corina Machado. Em uma clara comparação, ressaltaram a ameaça que ambas as decisões representam para a democracia e a liberdade de expressão. A inelegibilidade dos dois no mesmo dia evidencia o desespero dos comunistas Lula e Maduro, ao ver a população unida na batalha em prol dos princípios e valores da direita latino-americana e contra o comunismo e o totalitarismo.
Mas apesar dos reveses sofridos, a direita conservadora não está derrotada. A força do povo e o apoio maciço à Bolsonaro são indiscutíveis. Ainda que a esquerda comemore temporariamente suas “vitórias”, o povo brasileiro permanecerá ao lado de Bolsonaro e de qualquer sucessor por ele escolhido. O amor e a admiração que o capitão desperta no seu povo são reflexos de suas realizações em prol do Brasil e dos brasileiros. E um povo majoritariamente cristão e patriota não se rende, pois sabe que a última palavra não vem de ministros nem de ditadores, mas sim do Senhor dos Exércitos!
“Não vos vingueis a vós mesmos, amados, mas dai lugar à ira de Deus, porque está escrito: Minha é a vingança; eu retribuirei, diz o Senhor.” (Romanos 12:19)
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