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Educação

Volta às aulas presenciais: Governo de SP gastou só 20% da verba para reforma e melhoria estrutural de escolas em 2021

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Volta às aulas presenciais: Governo de SP gastou só 20% da verba para reforma e melhoria estrutural de escolas em 2021

Embora tenha determinado o retorno de todos os alunos às aulas presenciais a partir desta segunda-feira (18), o Governo de São Paulo gastou apenas 20% da verba total para reforma e melhoria estrutural das escolas prevista para este ano.

De acordo com a execução orçamentária estadual, dos R$ 576,3 milhões que foram aprovados para melhorias físicas e manutenção de escolas em 2021, apenas R$ 114,1 milhões foram liquidados.

A verba faz parte do “Escola Mais Bonita”, programa anunciado em 2019 pela gestão João Doria (PSDB) com investimento de R$ 1,1 bilhão para reformas estruturais nas escolas ao longo de três anos (até 2021).

Em 2019, o g1 revelou que um grupo de professores pediu ao Ministério Público de São Paulo (MP-SP) para investigar uma orientação da gestão do governador João Doria (PSDB) de pintar 40% da fachada de 2,1 mil escolas estaduais do estado de azul e amarelo, as cores do partido dele. Nas fachadas, além do branco, era exigido que as cores azul e amarela sejam destacadas, sendo 30% azul e 10% amarelo

Durante a pandemia, o programa foi readaptado para atender também as necessidades de infraestrutura sanitária. A dois meses do fim do prazo anunciado, foram investidos R$ 618 milhões, pouco mais de metade do total (56%).

A Secretaria Estadual da Educação argumenta que, apesar da baixa execução orçamentária do “Escola Mais Bonita”, os reparos nas unidades foram garantidos devido ao repasse direto de verbas para as escolas por meio do Programa Dinheiro Direto na Escola Paulista (PDDE).

Orçamento de SP para reforma de escolas

Ano Verba prevista Verba liquidada
2019 R$ 234.621.367 R$ 37.444.977
2020 R$ 562.900.100 R$ 466.504.773
2021 R$ 576.330.120 R$ 114.102.854
Total R$ 1,3 bilhão R$ 618 milhões

“Temos duas ações orçamentárias com foco na melhoria das estruturas das escolas: o “Escola mais bonita”, que são obras mais complexas, e o recurso do dinheiro direto na escola. Já foi liquidado R$ 1,1 bilhão em 2021 do PDDE. E é com esse recurso que as escolas fazem melhorias nos banheiros, no refeitório, na ventilação nas salas de aula”, disse ao g1 a secretária executiva da pasta, Renilda Peres.

 

De acordo com Renilda, o programa “Escola mais bonita” depende de licitações e processos mais complexos, que sofreram atraso por conta do contexto da pandemia. “O programa será executado 100%, provavelmente ultrapassando 2022 por causa desse contexto”, afirmou.

Sem distanciamento e limpeza

 

A secretária disse ainda que todas as escolas receberam recursos do PDDE, que foram suficientes para as melhorias que permitem o retorno seguro dos alunos.

No entanto, o sindicato dos professores e funcionários ouvidos pela reportagem afirmam que algumas escolas ainda não têm condições adequadas. Entre os problemas citados estão falta de ventilação, falta de pias para lavagem das mãos, limpeza regular do ambientes e capacidade nos refeitórios para evitar aglomerações.

É o caso da Escola Estadual Guilherme Giorgi, na Zona Leste da capital paulista, onde os estudantes convivem com uma reforma ainda em curso. Segundo funcionários, as obras não incluem adaptação sanitária e o barulho constante atrapalha o andamento das aulas.

“A reforma foi feita só para embelezar a escola, mas ele não é funcional. Os professores não têm uma copa e ficam todos juntos em uma salinha pequena. O refeitório também não permite distanciamento entre os alunos, justo no momento em que tiram a máscara para comer. Não tem ventilação suficiente nas janelas e a gente é proibido de ligar o ventilador por causa do protocolo”, disse um professor que pediu para não ser identificado.

Os também alunos reclamam de falta de limpeza no chão e nas carteiras.

Em nota, a Secretaria da Educação afirmou que as denúncias “não procedem”.

“A unidade conta com três funcionárias para fazer a limpeza da unidade e manter a organização. A unidade está seguindo todos os protocolos sanitários determinados pelas autoridades de saúde, incluindo manter janelas e portas abertas para ventilação dos ambientes”, diz o texto.

Alunos reclamam de falta de limpeza em escola estadual — Foto: Arquivo pessoal
Alunos reclamam de falta de limpeza em escola estadual — Foto: Arquivo pessoal

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