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Tobogã do Pacaembu é demolido e concessionária anuncia hotel no estádio

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Demolição virou polêmica em janeiro de 2020, mas Justiça entendeu que arquibancada sul não faz parte da estrutura original do estádio e não integra o patrimônio histórico. Concessionária Allegra Pacaembu firmou parceria com nova rede hoteleira da gravadora Universal Music.

A concessionária do estádio do Pacaembu anunciou nesta terça-feira (29) que completou a demolição da arquibancada sul, conhecida como tobogã, e que firmou parceria com uma rede de hotéis para ocupar dois andares do futuro prédio do local.

Nesta manhã, representantes da Allegra Pacaembu estiveram no complexo acompanhados do prefeito Ricardo Nunes (MDB), e anunciaram mais detalhes do futuro prédio.

“Hoje nós temos aqui, de fato, uma imagem que se assemelha a imagem de sua construção, na década de 1940, e também estamos muito felizes em anunciar nossa parceria com a UMusic Hotels. Estamos trazendo um parceiro muito potente, que completa com uma peça esse ecossistema de economia criativa que o Pacaembu pretende se tornar a partir de novembro de 2023, um hub de experiências de cultura e lazer, que também potencializa o uso esportivo”, disse Eduardo Barella, CEO da concessionária.

Tobogã do Pacaembu é demolido e concessionária anuncia hotel no estádio — Foto: Vivian Reis/g1 SP

Tobogã do Pacaembu é demolido e concessionária anuncia hotel no estádio — Foto: Vivian Reis/g1 SP

A demolição virou polêmica em janeiro de 2020, logo depois que a Allegra Pacaembu assumiu a gestão do complexo e informou que construiria um prédio comercial no lugar, com cinco andares, quatro subsolos, lojas, restaurantes e anfiteatro.

A associação de moradores Viva Pacaembu havia recorrido à Justiça na tentativa de impedir a obra, mas o pedido foi negado porque a arquibancada não faz parte da estrutura original do estádio e, diferentemente do que os frequentadores acreditavam, não integra o patrimônio histórico.

De acordo com a Allegra Pacaembu, dois andares do local terão acomodações da Universal Music Hotels, a nova rede hoteleira que é um braço da gravadora de mesmo nome. O contrato de parceria é de 20 anos e a expectativa dos envolvidos é a de transformar o complexo em um destino da cidade de São Paulo, com acomodações, mas também com eventos esportivos, musicais, audiovisuais, galeria de arte, estúdios de produção e restaurantes.

Questionado se o investimento no espaço público será elitizado, destinado ao público que possa pagar pelos serviços, o CEO da concessionária argumentou que o complexo poderá receber 4,5 milhões de pessoas por ano, enquanto o estádio vinha recebendo 100 pessoas, e garantiu que o acesso aos equipamentos, como piscina e ginásio poliesportivo, continuarão sendo gratuitos.

O prefeito Ricardo Nunes também foi questionado se a cidade de São Paulo não estaria abrindo mão de um espaço importante para esporte e negou.

“A gente vai continuar tendo esporte aqui. A única coisa é que a gente vai usar da inteligência e da evolução para trazer parceiros que melhorem e ampliem. Teremos um hotel maravilhoso e todos poderão assistir artistas, eventos e jogos. São ações para não pararmos no tempo. A cidade está sempre evoluindo”, disse ele.

Foto do projeto do Pacaembu após a concessão para iniciativa privada — Foto: Reprodução/Prefeitura SP

Novo Pacaembu

 

Localizado na Zona Oeste da capital paulista, o complexo Pacaembu é de propriedade da Prefeitura de São Paulo, mas foi concedido para gestão e exploração comercial pela iniciativa privada em 2019 pelo período de 35 anos, depois que o Tribunal de Contas do Município (TCM) barrou diversas tentativas.

A justificativa da prefeitura era que o estádio dava prejuízo aos cofres públicos – em 2017, a receita do estádio foi de R$ 2,4 milhões, enquanto os gastos com a manutenção foram de R$ 8,3 milhões. Já os frequentadores do local demonstravam receio de que o Pacaembu se tornasse um lugar com acesso mais restrito após a concessão.

Em janeiro de 2020, a Allegra assumiu o complexo, que inclui o estádio municipal Paulo Machado de Carvalho e um ginásio esportivo. A Praça Charles Miller e o Museu do Futebol ficaram fora da concessão.

A concessionária informou que a expectativa é de que o Pacaembu se torne um equipamento público para uso diário após uma reforma no valor de R$ 400 milhões, com 28 meses de duração.

A obra começou em junho pela demolição do tobogã. Sob a estrutura, a Allegra pretende construir um prédio com cinco andares e mais quatro subsolos. Já a reforma do clube poliesportivo será uma obra de restauro, sem intervenções significativas, e com manutenção das arquibancadas laterais (leste e oeste).

Projeção de como ficará o Complexo Pacaembu após a reforma — Foto: Divulgação

Projeção de como ficará o Complexo Pacaembu após a reforma — Foto: Divulgação

No subsolo devem ficar o centro de convenções e um estacionamento; nos dois andares principais, o hotel, e, no térreo e no terraço, restaurantes e cafés.

O prédio também terá uma arena voltada para eSports, especializada em Battle Royale, gênero de jogos eletrônicos em que até 100 pessoas podem atuar simultaneamente, com lugar para 2 mil pessoas sentadas.

Além dos jogos de futebol, o Pacaembu também deve receber o Campeonato Brasileiro de MMA.

Arena de games e jogos eletrônicos simultâneos que será construída no Pacaembu — Foto: Divulgação

Arena de games e jogos eletrônicos simultâneos que será construída no Pacaembu — Foto: Divulgação

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G1

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