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Sequelas e desafios da covid-19

Publicado

em

Sequelas e desafios da covid-19

Por Dra. Lourdes Teixeira Henriques

 

 

Sintomatologia persistente, além de doze semanas das primeiras manifestações clínicas, mesmo após a resolução completa da infecção viral, prejudica as atividades diárias, afetando a vida pessoal e profissional de quem desenvolve a síndrome.

Recentemente, médicos especialistas em Acupuntura e demais especialidades publicaram um “Manual Clínico de Acupuntura Médica para Tratamento da Síndrome Pós-COVID-19”.

Este livro tem como objetivo promover uma abordagem multidisciplinar no tratamento da Síndrome Pós-COVID-19, assim como diminuir os danos das mais diversas sequelas.

Aqueles que sobreviveram ao impacto de uma internação prolongada em unidades de terapia intensiva, conheceram as amargas consequências da agressividade da COVID-19 em suas apresentações mais extremas.

Certamente o sistema pulmonar é o alvo mais acometido pelas formas severas da doença. Mesmo após a recuperação, muitos pacientes que se infectaram pelo SARS-CoV-2 e necessitaram de longas estadias em unidades de terapia intensiva evoluíram com sequelas pulmonares graves, como fibroses intersticiais. A prolongada intubação orotraqueal necessitou de traqueostomias, aumentando ainda mais as chances de infecções bacterianas e/ou fúngicas associadas, em razão da longa permanência conectada aos respiradores artificiais e dependência da ventilação mecânica.

Sabemos que o agravamento de comorbidades já existentes, bem como o surgimento de sequelas derivadas da infecção pelo SARS-CoV-2, devem ser imediatamente confrontadas para que a cronicidade e a necessidade crescente de assistência multidisciplinar não desenvolva uma nova pandemia aos frágeis sistemas de saúde.

A criação de ambulatórios multidisciplinares para o atendimento aos envolvidos na pandemia devem assistir não apenas os pacientes em recuperação, mas devem, da mesma forma, prestar apoio psicossocial aos familiares próximos que sofreram perdas irreparáveis, bem como aos profissionais de saúde envolvidos no enfrentamento, exaustos pelo interminável desafio.

Equipes médicas especializadas em Pneumologia, Neurologia, Cardiologia, Nutrologia, Psiquiatria, Fisiatria e Acupuntura devem ser capacitadas para a reabilitação de sequelas como fibroses intersticiais pulmonares, insuficiências cardíacas, síndromes consumptivas musculares, estados álgicos crônicos e manifestações psiquiátricas depressivas ou de ansiedade.

Dores neuropáticas associadas a perda do arcabouço muscular das estruturas articulares, podem ter o auxílio terapêutico da Acupuntura, especialidade médica que vêm consolidando uma importância fundamental na reabilitação física de inúmeras situações patológicas.

A Acupuntura é uma das terapias complementares mais comumente usadas em muitos países ocidentais e uma das principais modalidades de tratamento da Medicina Tradicional Chinesa.

É um procedimento em que áreas específicas do corpo, os Pontos de Acupuntura, são perfurados com agulhas finas para fins terapêuticos. A Acupuntura trata as doenças recriando o equilíbrio entre as forças Yin e Yang e restaurando o Qi normal, Sangue e Fluidos Corporais por meio da estimulação de diferentes pontos que governam diferentes partes do corpo. Estudos revelam como o Sistema Nervoso, Neurotransmissores e Substâncias Endógenas podem responder à estimulação por agulhamento, mediando assim o alívio da dor e outras terapêuticas.

Um médico especialista saberá avaliar os casos mais indicados. Pacientes alérgicos a medicamentos ou portadores de doenças graves no fígado ou nos rins, são beneficiados pela Acupuntura por não necessitarem de analgésicos ou antiinflamatórios. Idosos que fazem uso de muitos medicamentos também se beneficiam, assim como gestantes e puérperas em amamentação, que devem evitar uso de medicamentos.

Os quadros dolorosos são comuns na Síndrome Pós-COVID-19. Embora não seja um quadro irreversível, a doença pede um tratamento prolongado e a Acupuntura por sua ação analgésica, antiinflamatória e relaxante muscular, recupera o paciente para suas atividades diárias, oferecendo qualidade de vida

e bem estar. Enfim, a necessidade de uma equipe multidisciplinar é a única forma de lidar com as consequências de uma patologia que é multissistêmica.

 

CONCLUSÃO

A pandemia do SARS-COV-2 nos evidenciou que a antecipação no diagnóstico, a identificação de sinais e sintomas preditivos de gravidade e evoluções desfavoráveis, as estratégias preventivas em políticas públicas e as decisões que se balizam nas melhores evidências científicas definiram o caminho correto nas operações em saúde pública, em esfera global.

 

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*Dra. Lourdes Teixeira Henriques – CRM 36792 – Médica Especialista e Diretora de Relações Institucionais do Cmaesp

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