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São Paulo põe CEO do Grêmio no radar em busca por novo executivo de futebol

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São Paulo põe CEO do Grêmio no radar em busca por novo executivo de futebol

O CEO do Grêmio, Carlos Humberto Amodeo Neto, entrou no radar do São Paulo para assumir o cargo de diretor-executivo de futebol a partir de março. Raí estendeu seu contrato até o final do Campeonato Brasileiro, em fevereiro, e não ficará no clube depois disso.

Carlos Amodeo é mais um nome estudado pela diretoria do Tricolor, que busca um substituto desde a posse do presidente Julio Casares, no início de 2021. O mandatário afirmou em entrevistas que quer um profissional do mercado para a função.

Alguns executivos foram sondados, como André Zanotta (FC Dallas, dos Estados Unidos), Ricardo Moreira (Orlando City, EUA), Paulo Pelaipe (hoje sem clube, fez seu último trabalho no Coritiba), Diego Cerri (Bahia), Jorge Macedo (Ceará) e Rui Costa (hoje sem clube, fez seu último trabalho no Atlético-MG).

Quem esteve mais próximo, porém, foi Rodrigo Caetano. O diretor teve conversas avançadas com a diretoria do São Paulo, mas a questão orçamentária do clube pesou. No início de janeiro ele foi anunciado no Atlético-MG após a saída de Alexandre Mattos.

Sem acordo com nenhum dos procurados anteriormente até o momento, o São Paulo iniciou contato com Carlos Amodeo nas últimas semanas. Advogado e com experiência em gestão corporativa, ele está no Grêmio desde junho de 2017, depois de se licenciar do Conselho Deliberativo do clube gaúcho.

Um entrave para ele deixar o Grêmio, porém, pode ser a boa relação com Romildo Bolzan, presidente gremista. O CEO tem o compromisso de permanecer no cargo até o fim do mandato da atual gestão, que termina no final de 2022.

Carlos Amodeo e Renato Gaúcho entraram em rota de colisão em algumas ocasiões durantes os últimos anos do treinador no comando do Grêmio. As divergências geralmente se davam pela questão financeira.

Enquanto Renato Gaúcho queria novas contratações e até ameaçava deixar o cargo caso certos investimentos não fossem realizados, o CEO “apertava o cinto” e gerava desconforto no treinador.

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GE – Globo Esporte.

 

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