A criança morreu repentinamente

Vitória Tedeschi Publicado em 01/03/2023, às 12h48
Internada desde a última sexta-feira (24), no Hospital Pequeno Anjo em Itajaí, Litoral Norte de Santa Catarina, a morte de Júlia Eduarda Medeiros, de 11 anos, foi confirmada pela família da menina na última terça-feira (28) por meningite bacteriana.
Segundo informações de familiares, Júlia teve uma forte dor de cabeça, febre alta e desmaiou na última sexta-feira (24). Ela foi levada às pressas ao hospital Pequeno Anjo, em Itapema, já entubada.
Foi apenas na última segunda-feira (27), que os médicos detectaram a meningite bacteriana, que causou a morte encefálica da criança - quando todas as funções do cérebro param de funcionar. Neste momento, o quadro de saúde da menina já era considerado irreversível.
De acordo com o Jornal Razão, a família, os amigos e a comunidade local estão devastados com a perda de Júlia. Ela era uma menina alegre, carinhosa e muito querida por todos que a conheciam. Sua morte repentina deixou um vazio enorme nos corações de todos que a amavam.
O sepultamento de Júlia foi realizado na manhã da última terça-feira (28), em Itapema. O clima era de muita comoção e tristeza. Além da mãe e do padrasto, Júlia deixa três irmãos.
De acordo com o Beep Saúde, a meningite bacteriana é uma inflamação das meninges - membranas que envolvem o encéfalo (cérebro, bulbo, cerebelo e a medula espinhal), causada pela presença de bactérias.
É uma síndrome grave que pode levar à morte. Por esse motivo, se surgirem sintomas de meningite, deve-se procurar atendimento médico o mais rápido possível.
Os principais sinais e sintomas da meningite são febre súbita, dor de cabeça intensa e contínua, rigidez na nuca e, nas meningites bacterianas, podem surgir também manchas vermelhas ou arroxeadas na pele.
Em crianças, os sintomas podem não ser tão evidentes, mas uma vez que seja verificada a presença de desânimo, prostração ou moleira, é necessário se dirigir a uma unidade de saúde imediatamente.
A transmissão da meningite bacteriana ocorre de pessoa para pessoa por meio de gotículas e secreções do nariz e da garganta expelidas durante a fala, espirro ou tosse. É importante informar que algumas pessoas podem transportar as bactérias causadoras da doença em seus corpos mesmo se não estiverem doentes.
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