Só é possível pega em área praiana? Faz mal? Veja as respostas para essas perguntas

Jessica Anjos Publicado em 24/04/2023, às 21h27
Já pensou em ter um bichinho andando bem de baixo da sua pele deixando marcas estranhas e causando incômodo? Sim, parece terrível e história de ficção, mas é real e até mesmo comum. As chances disso acontecer aumentam bastante para pessoas que costumam ir à praia com muita frequência.
Esse bichinho é um parasita que costuma viver no instestino de cães e gatos, ele se chama Ancylostoma braziliense. Popularmente, ele é conhecido como bicho geográfico.
Quando um cachorro ou gato fazem cocô na areia da praia, ele deposita ovos desse parasita. Nesse local, os ovos viram larvas que são chamadas de migrans cutâneas, ficam só esperando uma pessoa pisar ou sentar nelas para penetrarem sua pele.
Geralmente, o parasita penetra o ser humano pelo pés ou pelo bumbum e começam a passear por debaixo da pele. De acordo com o Viva Bem, o bicho geológico pode se manifestar no corpo humano imediatamente, depois de semanas ou até meses.
O bicho geográfico costuma deixar lesões na pele enquanto andam por debaixo dela, parecem caminhos avermelhados ou um próximos a cor rouxa. Lembram rabiscos de um mapa. Além de causar a vermelhidão, elas podem coçar bastante, o que torna o parasita um grande incômodo.
Apesar de chato, essa irritação é o único 'problema' que o bicho geográfico causa aos seres humanos. Ele não costuma causar nenhuma complicação no organismo e acaba morrendo após 4 ou 8 semanas.
A recomendação dos órgãos de saúde, é que a pessoa procure por um clínico geral ou dermatologista para confirmar o diagnóstico. É comum que o profissional passe alguma pomada ou vermífugos, além de medicamentos para alívio dos sintomas.
Não dá para prevenir ser infectado. Mas cães e gatos podem ser acompanhados por veterinários periódicamente para não desenvolverem o parasita.
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