Ex-deputado e ex-presidente da Alerj segue detido em Bangu após decisão do STF que mantém punições impostas pelo TSE.

Ana Beatriz Publicado em 29/03/2026, às 10h42
O ministro Cristiano Zanin, do STF, rejeitou o pedido do ex-deputado Rodrigo Bacellar para suspender a cassação de seu mandato e sua inelegibilidade, mantendo as punições da Justiça Eleitoral.
A situação de Bacellar se complicou com sua prisão em Teresópolis, determinada pelo ministro Alexandre de Moraes, que foi confirmada após audiência de custódia, resultando em sua permanência no Presídio Pedrolino Werling de Oliveira.
A decisão do STF reforça a validade das determinações do TSE, refletindo um endurecimento nas ações judiciais contra políticos envolvidos em investigações eleitorais e criminais.
O ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal, negou o pedido apresentado pelo ex-deputado estadual Rodrigo Bacellar, que tentava suspender os efeitos da decisão do Tribunal Superior Eleitoral responsável por determinar a cassação de seu mandato e sua inelegibilidade.
Com a decisão, permanecem válidas as punições impostas pela Justiça Eleitoral, consolidando o cenário jurídico desfavorável ao ex-parlamentar, que também ocupou a presidência da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro.
A situação de Bacellar se agravou na sexta-feira, quando ele foi preso na cidade de Teresópolis por determinação do ministro Alexandre de Moraes. A ordem de prisão foi mantida após audiência de custódia realizada às 11h30 deste sábado, sem concessão de liberdade.
Após os procedimentos judiciais, o ex-deputado foi encaminhado ao Presídio Pedrolino Werling de Oliveira, localizado no Complexo de Gericinó, em Bangu, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, onde permanece à disposição da Justiça.
A negativa do pedido no STF reforça o entendimento das instâncias superiores sobre a validade das decisões do TSE no caso, mantendo tanto a perda do mandato quanto a inelegibilidade do político. O caso segue como mais um episódio de endurecimento das decisões judiciais envolvendo agentes públicos investigados ou condenados em processos eleitorais e criminais.
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