O vídeo foi considerado mais uma prova para embasar a operação realizada na última quinta-feira (8)

Vitória Tedeschi Publicado em 10/02/2024, às 11h35
Na última sexta-feira (9), Alexandre de Moraes, ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), tirou o sigilo e tornou pública a íntegra da gravaçãoda reunião sobre uma "dinâmica golpista" entre o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e seus ministros, encontrada no computador do tenente-coronel Mauro Cid.
No entanto, após a divulgação do vídeo, que foi considerado mais uma prova para embasar a operação realizada na última quinta-feira (8), surgiram dúvidas sobre o motivo pelo qual a reunião comprometedora estaria sendo gravada.
De acordo com o Metrópoles, Bolsonaro sabia que uma câmera registrava toda a conversa. Na ocasião, ele planejada publicar recortes da reunião, que obviamente não comprometessem nem ele nem seus ministros, nas redes sociais.
Após a publicação dos trechos específicos escolhidos por ele, a ideia é que o vídeo fosse excluído, o que não aconteceu. Isso porque Mauro Cid deixou o vídeo salvo em seu computador, que foi alvo de busca e apreensão, quando chegou na Polícia Federal.
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