Seis deputados bolsonaristas que integram a Assembleia Legislativa de São Paulo(Alesp) enviaram um ofício à ONU Mulheres Brasil pedindo uma apuração sobre as

Redação Publicado em 11/03/2022, às 00h00 - Atualizado às 07h20
Seis deputados bolsonaristas que integram a Assembleia Legislativa de São Paulo(Alesp) enviaram um ofício à ONU Mulheres Brasil pedindo uma apuração sobre as falas sexistas do também deputado paulista Arthur do Val sobre refugiadas ucranianas.
Segundo os parlamentares, os fatos “em tese, configuram violação dos Direitos Humanos, nos termos da Declaração Universal dos Direitos Humanos”`. Eles pedem que o órgão competente verifique “possíveis desrespeitos” à situação da mulher no âmbito de organismos internacionais.
A petição é assinada pelos deputados Danilo Balas (PL), Valéria Bolsonaro (PSL), Frederico d’Ávila (PL), Castelo Branco (PL), Gil Diniz (PL) e Major Mecca (PL).
A deputada federal Carla Zambelli (União) também assina o documento.
O g1 questionou a ONU Brasil sobre o recebimento da petição, mas, até a última atualização desta reportagem, não obteve retorno.
Questionado sobre a petição, Arthur do Val disse que “os deputados deveriam mandar os crimes do Bolsonaro primeiro” à ONU. Os deputados que assinam a petição são ligados ao presidente Jair Bolsonaro (PL).
O Tribunal Penal Internacional (TPI) já recebeu denúncias feitas contra o presidente por crime contra a humanidade na administração do combate à Covid-19 no Brasil.
.
.
.
.
.
G1
Leia também

Dom Rafael perde direitos dinásticos após anunciar casamento

Quase 900 cobras escapam de criadouro durante enchentes no sul da China

O fim da Ordem Mundial: 2026 e o retorno do "cada um por si"

Messi fica fora de treino antes da semifinal da Copa do Mundo

Polícia Civil desmonta esquema com mais de 100 empresas de fachada e prende suspeito em São Paulo

Espanha supera França, bate recorde de invencibilidade e garante vaga na final da Copa

Flávio Dino cobra explicações do Congresso e amplia investigação sobre emendas parlamentares

Lula sanciona lei que torna obrigatória educação política e cidadania nas escolas

França celebra a Bastilha, mas enfrenta uma batalha pela própria identidade

Trump revoga taxa de 20% sobre navios em Ormuz, mas mantém bloqueio ao Irã