Texto será enviado diretamente para sanção presidencial

William Oliveira Publicado em 15/08/2024, às 09h08
Nesta quarta-feira (14), a Comissão de Educação e Cultura da Câmara dos Deputados aprovou um novo projeto que cria o Dia Nacional do Pastor e da Pastora Evangélicos. A data será celebrada todos os anos, a partir do segundo domingo de junho.
Anteriormente, a proposta já havia sido aprovada pela Comissão de Educação e Cultura (CE) nesta terça-feira (13), e agora segue para a sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que deve validar a data.
O Projeto de Lei 4.029/2021, recebeu parecer favorável do senador Zequinha Marinho (Podemos-PA), que propôs alguns ajustes no texto original. Zequinha alterou o texto original da proposta para incluir as pastoras, instituindo o Dia Nacional da Pastora Evangélica e do Pastor Evangélico.
De acordo com a senadora Damares Alves (Republicanos-DF), a criação da data é um marco de respeito e reconhecimento, em um país com 70 milhões de evangélicos, que representam 30% da população brasileira. A senadora também destacou o papel das mulheres na igreja evangélica.
Após a aprovação da alteração que inclui as pastoras, a proposta não precisará retornar à Câmara dos Deputados e agora somente precisa ser sancionada por Lula, caso não exista algum recurso para votação no Plenário.
Leia também

Dom Rafael perde direitos dinásticos após anunciar casamento

Frente fria traz garoa e frio intenso para São Paulo nesta semana

VÍDEOS polêmicos de MC Pipokinha em site pornô horrorizam internautas

Loja de fotografia é destruída por incêndio em Campinas; câmeras registram ação de suspeito

Quase 900 cobras escapam de criadouro durante enchentes no sul da China

Fies: estudantes com parcelas em dia terão mais tempo para quitar financiamento

Cratera aberta durante obra da Sabesp interdita três casas em Osasco

Polícia investiga festa com fuzis em Vigário Geral e suspeita de presença de Peixão

Mulher é encontrada morta em estacionamento de UBS na Zona Sul de São Paulo

Apenas 5% das ações contra políticos no STF terminam em condenação